Departamento Pessoal

7 MOTIVOS QUE LEVAM À AUTUAÇÃO TRABALHISTA

16 de abril de 2021

Por Sávio Luiz Santos Delfino – OAB/MG n. 192.447

No cenário trabalhista, é de conhecimento comum a preocupação dos empregadores em controlar a jornada de trabalho exercida pelos colaboradores e quitar as verbas trabalhistas devidas, todas da maneira correta, conforme exigido pela legislação trabalhista.

Todavia, para que o controle da jornada possa ser exercido da melhor maneira possível e o risco de passivos trabalhistas seja diminuído, é necessário que o empregador ao utilizar o sistema de registro eletrônico de ponto observe as normas do Ministério do Trabalho sobre sua adequada utilização.

Isso porque, caso não seja observada, haverá autuação fiscal por parte da auditoria trabalhista e, além da retenção dos documentos e do controlador de ponto, toda a jornada registrada pelos colaboradores será desconsiderada, imputando à empresa elevado risco trabalhista.

A seguir, veja as melhores formas de se evitar a autuação trabalhista pela inadequada utilização do equipamento de controle de jornada.

  1. LIMITAÇÃO DO REGISTRO DO PONTO EM HORÁRIOS ESPECÍFICOS

O Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP) deve ser o mais fidedigno possível, de modo a refletir a verdadeira jornada de trabalho exercida pelos colaboradores. Isso se dá, principalmente, em razão das horas trabalhadas servirem de parâmetro principal para a remuneração do obreiro ao final do mês.

Desta forma, o empregador deve se abster de colocar qualquer limitação de acesso físico ou remoto à área de registro do ponto, como barreiras, senhas, vigilantes, entre outros, permitindo, assim, o livre acesso ao equipamento.

  1. UTILIZAÇÃO DE MARCAÇÃO AUTOMÁTICA

Ainda que a ideia de economia de tempo pelo início imediato das atividades, sem a necessidade de efetuar o controle do ponto, seja motivo de verdadeiro aumento da produtividade da empresa, principalmente em firmas de grande porte, a legislação trabalhista veda expressamente a conduta.

O principal motivo para evitar os registros automáticos é aquele já mencionado no primeiro tópico abordado neste artigo: retirar a credibilidade e a veracidade dos registros efetuados.

Com a finalidade de cumprir a carga horária prevista na Convenção Coletiva, Acordo Coletivo ou na própria CLT, alguns empregadores utilizam do registro automático no registrador de ponto, de forma a seguir à risca o horário determinado.

Todavia, além de descumprir norma obrigatória na utilização do SREP, ocorre o chamado “ponto britânico”, em que os horários de entrada e saída para prestação dos serviços sempre coincidem, ocasião em que o empregador se sujeitará à desconsideração de todo o registro efetuado, presumindo-se verdadeiras as jornadas alegadas pelos colaboradores.

Nesse sentido, caso haja no SREP a permissão da marcação automática do registro, ainda que não tenha sido efetivamente utilizado pelo gestor, a fiscalização identificará a funcionalidade vedada e apreenderá o equipamento.

  1. AUTORIZAÇÃO PRÉVIA PARA MARCAÇÃO DE SOBREJORNADA

O empregador não deve sujeitar o funcionário a qualquer autorização prévia para a marcação da sobrejornada (hora extra), seja ela de forma presencial ou através do próprio SREP.

A limitação através do Sistema ocorre com a inserção de senhas de administrador para efetuar o registro superior da jornada para além daqueles previstos rotineiramente, em regra, superior à oitava hora diária.

Isso não deve ocorrer, pois caracteriza abuso na relação de trabalho, indo além do poder diretivo do empregador. Além disso, imputa ao colaborador o risco de trabalhar além da carga horária prevista contratualmente e ainda não receber da maneira correta por tais verbas.

Em tempo, existindo essa possibilidade de limitação no aparelho, ainda que não tenha ocorrido de forma prática, já inviabiliza o equipamento e todo o registro gravado.

  1. ALTERAÇÃO DE DADOS REGISTRADOS POR DISPOSITIVO REMOTO

Esta proibição precisa ser visualizada sobre dois panoramas. O primeiro diz respeito ao fato de que o SREP utilizado pela empresa não deve permitir qualquer acesso remoto apto a alterar ou apagar os dados registrados pelos empregados.

Em outras palavras, o equipamento deve possuir proteção contra aplicativos remotos, de modo que não permita o acesso aos seus dados sensíveis e fique sujeito às fraudes. Assim, caso o fiscal do trabalho identifique brecha de acesso remoto no aparelho, ainda que não haja a interferência efetiva por aplicativo remoto, o sistema será considerado em desconformidade com a legislação trabalhista e apreendido.

Noutro sentido, caso o Fiscal identifique dispositivo apto a alterar os dados registrados pelos empregados diretamente no SREP, ainda que a empresa não tenha levado a efeito sua utilização, ainda haverá a autuação e a apreensão, tanto do dispositivo, como do sistema de controle.

O dispositivo acima mencionado não se confunde com a utilização de softwares para registro de entrada e saída de trabalhadores remotos, amplamente permitida pela Portaria n. 373/2011 e alvo do último artigo publicado.

  1. UTILIZAÇÃO FORA DO LOCAL DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO

Nada mais coerente utilizar o SREP no local de prestação do serviço, uma vez que o controle da jornada deve ocorrer da maneira mais fidedigna possível, ou seja, no momento em que o trabalhador ingressa na sede da empresa realiza o registro imediato, assim como no momento de sua retirada.

A utilização em local diverso, a exceção do controle alternativo permitido e amparado pela legislação através do software, retira a veracidade dos registros, de modo que o horário efetivo do início do trabalho e o horário registrado no equipamento serão sempre discrepantes, ocasião em que, caso a empresa seja alvo de fiscalização, as marcações serão desconsideradas para todos os efeitos.

Além disso, a Portaria n. 1510/2009 exige que o sistema deve estar sempre disponível no local da prestação do serviço para pronta extração dos dados pelo Auditor-Fiscal do Trabalho.

  1. APAGAR OU ALTERAR A MEMÓRIA DE REGISTRO DE PONTO

A Memória de Registro Permanente (MRP) é o meio de armazenamento integrado ao equipamento de registro eletrônico de ponto que protege e blinda os dados registrados contra quaisquer retificações ou exclusões, de forma direta ou indireta.

Nesse sentido, conforme orienta o art. 10, da Portaria n. 1.510/2009, o equipamento jamais deve permitir alterações ou exclusões de dados armazenados na MRP. Caso isto ocorra, o fiscal identificará através do histórico de atos realizados no SREP e invalidará os dados armazenados até então.

  1. UTILIZAR EQUIPAMENTO SEM CERTIFICAÇÃO

Caso o empregador opte por utilizar sistema de registro de ponto sem a certificação do Ministério do Trabalho, deverá providenciar de imediato a aquisição de outro aparelho. Isso porque, conforme exigido pelo órgão responsável, o empregador somente pode utilizar aparelhos que atendam às normas do trabalho e certificados pelo órgão técnico competente.

Adquirido o equipamento, cabe ao empregador efetuar seu cadastro junto ao MTE para informar seus dados, o equipamento e softwares utilizados.

Além disso, o fabricante do produto possui a obrigação em fornecer ao consumidor do programa o atestado técnico e termo de responsabilidade, bem como a apresentação do certificado de conformidade do REP à legislação, a exemplo do Blue da RWTECH, integralmente adequada aos parâmetros legais.

  1. CONCLUSÃO

Observadas todas as vedações acima comentadas, o empregador não possuirá quaisquer empecilhos ou preocupações ao receber a visita dos auditores do trabalho, que encontrará a empresa no cenário da mais completa e adequada conformidade legal trabalhista.

Todavia, importante ainda mencionar que deverá cumprir as determinações do auditor, de modo a viabilizar a análise dos extratos e documentos dos trabalhadores da empresa, apontando onde se localiza o SREP, permitindo a extração dos dados do equipamento e disponibilizando os arquivos e relatórios do Programa de Tratamento de Dados do Registro de Ponto, conforme manda o art. 22, da Portaria n. 1.510/2009.

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Conheça a Lei do Ponto Eletrônico (Portaria 1.510/2009)

15 de março de 2021

Por Sávio Luiz Santos Delfino – OAB/MG n. 192.447

Você, empregador, já deve ter se perguntado se o ponto eletrônico utilizado em seu ambiente corporativo é válido e até onde o equipamento se encontra amparado pela legislação e o protege de infortúnios trabalhistas.

Não em vão, pois, infringir normas trabalhistas, além de afetar a verba alimentar do trabalhador, pode levar o negócio à falência com expressivas condenações trabalhistas.

Para solucionar essa preocupação, existem em nosso sistema normativo normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), órgão este que detinha a competência para fiscalizar e coibir práticas em desconformidade com a legislação trabalhista, haja vista sua extinção em janeiro de 2019.

Dentre elas, existe a tão conhecida Portaria n. 1.510/2009, chamada de “Lei do Ponto Eletrônico” e a Portaria n. 373/2011, publicada 2 anos após, conhecida pela inovação tecnológica no setor. Neste artigo, nos limitaremos a aprofundar a principal Portaria.

  1. HISTÓRICO DA PORTARIA N. 1.510/2009.

A Portaria n. 1510/2009 pode ser chamada de norma mãe do registro de ponto. No cotidiano, costuma-se chama-la de Lei do Ponto Eletrônico, apesar de não se tratar verdadeiramente de uma, dado seu caráter regulamentador.

Publicada em 2009, esta Portaria introduziu no Brasil a regulamentação efetiva do registro de ponto que, até então, carecia de normas consolidadas e claras sobre o assunto, por isso sua importância até nos dias atuais.

Nos primórdios, antes mesmo de se cogitar a criação da Portaria, a CLT previa de forma simples em seu art. 74 que as empresas com mais de 10 empregados estavam obrigadas a registrar o horário de entrada e saída através de registro mecânico, assinalando os repousos.

Porém, em 1989, no governo José Sarney, houve mudança na previsão trocando o termo “empregados” para “trabalhadores”, abrangendo em muito o nível de obrigatoriedade do ponto no território brasileiro.

Além disso, pela primeira vez na legislação surgiu a possibilidade expressa de se registrar o controle de jornada no formato eletrônico, deixando ao MTE a responsabilidade pela instrução e regulamentação dos equipamentos, o que somente ocorreu em 2009.

De lá para cá, editou-se recentemente a Lei da Liberdade Econômica, revogando todo o art. 74 e fazendo surgir novas previsões.

Agora, para a CLT, os estabelecimentos obrigados ao registro de ponto são aqueles que possuem mais de 20 trabalhadores, limitando mais uma vez a obrigatoriedade do ponto no território brasileiro.

Em que pese as mudanças, a Portaria 1.510/2009 continua válida, já que regulamenta situações carentes no diploma trabalhista, possuindo como finalidade a disciplina das questões técnicas e procedimentais do registro eletrônico de ponto, além das orientações para a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP).

Essa regulamentação em nada tem relação com a utilização de softwares físicos ou em nuvem, previstas pela Portaria 373/2011, mas sim para o registrador físico de ponto eletrônico que permite a emissão dos documentos fiscais de controle da jornada e seu respectivo registro.

No fim das contas, além de garantir a segurança do procedimento, a Portaria visou coibir as manipulações e fraudes aos registros, conferindo maior credibilidade. Inclusive, no Direito Trabalhista o registro de ponto evoluiu como prova e, hoje, é considerado 99% como prova eficaz.

Aos pontos mecânicos e manuais continuam valendo as breves considerações da CLT.

  1. QUAL A PRINCIPAL INOVAÇÃO DA PORTARIA?

Como dito, a portaria visa regulamentar e instruir a utilização do SREP/REP/Controle de Ponto), principalmente pela finalidade essencial em coibir a prática de fraudes trabalhistas.

Este equipamento é justamente aquele afixado em locais estratégicos dentro do ambiente corporativo, principalmente nos tempos atuais de pandemia e possui diversas formas de reconhecimento, tais como a biometria, senha ou cartão magnético do trabalhador.

Para sua correta utilização, é necessário que o empregador se abstenha de colocar a marcação automática do ponto, crie qualquer restrição e realize a alteração dos dados registrados. Além disso, deve o equipamento emitir comprovante de marcação e observar o formato dos arquivos digitais para fiscalização governamental.

Não bastasse isso, é de observância obrigatória a emissão do denominado AFD (Arquivo Fonte de Dados) que nada mais é o relatório completo contido na memória de registro de ponto que confere a legitimidade essencial da operação.

Todas essas principais imposições tem o intuito de garantir a credibilidade do equipamento e do controle de jornada dos funcionários, por isso a importância de se adquirir o controle de ponto correto e amparado pela Portaria 1.510/2009, a exemplo do REP Blue, da RWTech.

  1. QUAIS SÃO AS EXIGÊNCIAS DA PORTARIA?

A Portaria n. 1.510/2009 possui 31 artigos e trazê-los ponto a ponto, além de exaustivo, se mostra totalmente contraproducente ao aprendizado buscado neste artigo. Para tanto, passamos a trazer os principais pontos de observância obrigatória pela Lei do Ponto Eletrônico.

O primeiro ponto que chama a atenção é o fato de a legislação prever que o REP deve ser utilizado, obrigatoriamente, no local da prestação do serviço. O que se mostra de extrema razoabilidade.

Em seguida, fixa os requisitos que o REP deve conter. Dentre eles, estão:

  1. o relógio interno em tempo real com capacidade de funcionamento ininterrupto de 1.440 horas na ausência de energia;
  2. mostrador contendo hora, minutos e segundos;
  3. impressão em bobina integrada e exclusiva, de durabilidade mínima de 5 anos;
  4. memória de registro de ponto (MRP), dispositivo este que permite o armazenamento dos dados e impede sua alteração direta e indiretamente. Aqui, constam registros, ajustes, alterações, exclusões e inclusões de dados;
  5. memória de trabalho (MT), utilizada para armazenar dados básicos para a operação do REP. Aqui, constam dados do empregador e do empregado;
  6. Porta padrão USB (porta fiscal) para captura imediata pelo auditor fiscal;
  7. proibição de seu funcionamento depender de qualquer conexão externa;

Aliás, isso justifica o fato do design e funcionalidades dos pontos eletrônicos não mudarem drasticamente de uma geração para outra, uma vez que é norma obrigatória a ser observada pelas fabricantes.

  1. PONTOS SENSÍVEIS DA PORTARIA.

Todos os pontos disciplinados na Portaria são obrigatórios, contudo, em razão do grau de prejudicialidade e consequências penais, trabalhistas e administrativas, algumas proibições são especialmente lapidadas pela Portaria, são elas:

  1. Divergências e alterações nos relatórios gerados pelo sistema;
  2. Alteração de dados de marcação de ponto no equipamento;
  3. Restrição da marcação de ponto em qualquer horário;
  4. Ausência de dispositivo de segurança para impedir acesso por terceiros;
  5. Permitir alterações ou exclusão de dados armazenados na MRP;
  6. REP violado; e
  7. Registro automático do ponto;
  1. OBRIGAÇÕES DO FABRICANTE E DA EMPRESA ADQUIRENTE DO PONTO.

Na forma do art. 13 e seguintes da Portaria, cabe ao fornecedor realizar o cadastro junto ao TEM e solicitar o registro de cada um dos modelos, apresentando certidão de conformidade REP emitido por órgão técnico e atestado técnico e termo de responsabilidade.

Além disso, deve fornecer este atestado ao empregador adquirente do produto, assinado pelo responsável técnico e representante da empresa, afirmando a regularidade legal do equipamento e do programa de tratamento do registro, especialmente sobre os pontos sensíveis do item 4.

Por outro lado, cabe ao empregador usuário do sistema se cadastrar no MTE informando os dados da empresa, o equipamento e o software utilizado, obrigando-se, ainda, a disponibilizar o equipamento sempre no local de trabalho, emitindo, se requerido, os relatórios gerados aos auditores do trabalho.

Cumpridas todas estas determinações, tanto o fornecedor como o empregador e o usuário do sistema estarão acobertadas pela estrita legalidade e credibilidade do sistema, desde que, após a aquisição do equipamento, continuem seguindo os protocolos exigidos pela Portaria e a sua alimentação adequada.

Caso contrário, estarão sujeitos a desconsideração do controle de jornada, à autuação fiscal e, havendo manipulação do registro, a apreensão do equipamento e dos documentos, por isso a importância de se confiar no Blue, o mais novo REP da RWTech aprovado e validado em conformidade com as Portarias do MTE.

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Já ouviu falar do banco de horas invertido?

18 de fevereiro de 2021
Concept. Old style alarm clock

Por Sávio Luiz Santos DelfinoOAB/MG n. 192.447

Antes de se introduzir o assunto, é de extrema relevância entender o que é o banco de horas e qual sua pertinência prática.

Como de conhecimento geral, a jornada trabalhista, em regra, não pode exceder a 8ª hora diária, assim como a 44ª hora semanal, ocasião em que as horas trabalhadas a maior serão consideradas como extras, conforme aponta o art. 58, da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Sobre as horas extras, importante observar que não é, em hipótese alguma, vedada pela legislação trabalhista. O que ocorre, em verdade, é sua limitação. O art. 59 do diploma trabalhista é claro ao disciplinar que o trabalhador poderá exceder até 02 (duas) horas extras da jornada, desde que esteja prevista em acordo individual, convenção coletiva ou acordo de trabalho.

Visto isso, vem a seguinte pergunta: É possível não pagar as horas extras e compensá-las com as jornadas seguintes?

De antemão, a resposta é sim! Aqui, entra em cena o que se conhece por banco de horas e sua previsão se encontra no §§2º, 5º e 6º, do art. 59, da CLT. Porém, antes do empregador sair compensando as horas extras, deve observar alguns pontos.

O primeiro paira sobre a necessidade de observar o acordo individual ou convenção coletiva de trabalho, sendo que, em se tratando de acordo individual escrito as horas extras poderão ser compensadas no mesmo mês ou num prazo máximo de 6 meses, enquanto no tácito (sem formalidade) deverão ser compensadas no mesmo mês.

Essas limitações sofreram forte impacto com a entrada em vigor da reforma trabalhista que prevê, em seu art. 611-A, II, a prevalência da convenção coletiva ou o acordo individual sobre a CLT, permitindo a criação do banco de horas anual.

Segundo ponto paira sobre a obrigatoriedade de as horas extras prestadas não superarem, no período de um ano, à soma das jornadas de trabalho previstas em acordo, convenção ou pela legislação, tampouco ultrapassar o limite máximo de 10 horas diárias.

Entendido o que é banco de horas e suas implicações práticas, passamos ao ponto central deste artigo. O que é compreendido como banco de horas invertido?

O banco de horas invertido não diz respeito às horas extras acumuladas, mas, sim, às horas não trabalhadas pelo trabalhador, também conhecido como banco de horas negativo.

Essa nova modalidade foi introduzida pelo art. 14, da revogada Medida Provisória n. 927/2020 que vigorou durante o início do período pandêmico e permitiu a criação de um banco de horas especial em favor do empregador, estabelecido por acordo ou convenção, para compensação das horas não trabalhadas, no prazo de até 18 (dezoito) meses a partir do fim do estado de calamidade pública que ocorreu em 31/12/2020 (Decreto Legislativo n. 06/2020).

A primeira observação que deve ser realizada é que o banco de horas deve ser aquele instituído durante o período de validade da Medida Provisória (22/03 a 19/07) e que o prazo máximo foi excepcionalmente ampliado para 18 (dezoito) meses.

Outra observação importante é que esse banco de horas em nada diz respeito aos trabalhadores que tiveram seus contratos suspensos ou limitados pela Lei n. 14.020/2020, mas somente aqueles que não trabalharam ou trabalharam em horários reduzidos por conta da pandemia e não tiveram prejuízo no salário.

Desta forma, havendo banco de horas “negativo” ou “invertido”, eles devem ser compensados num prazo de até 18 (dezoito) meses se previstos em acordo ou convenção, caso contrário, a empresa poderá realizar o desconto das horas faltantes na remuneração do trabalhador.

Todavia, para que ocorra a efetiva prevenção jurídica, somente o mais recente e tecnológico controle de ponto Blue da RWTECH, homologado com observância às Portarias INMETRO nº 479 e 480, ambas de 2011 e da nº 595 de 2013 em complemento à Portaria MTE n. 1.510/2019, poderá trazer a segurança e o conforto necessários para a gestão dos riscos trabalhistas.

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Conheça o Novo Relógio de Ponto Blue da RWTECH

29 de janeiro de 2021

A RWTECH acaba de lançar o seu novo Relógio de Ponto Blue – um equipamento totalmente compatível e homologado de acordo com as Portarias do INMETRO nº 479 e 480 de 2011 e 595 de 2013, em complemento à Portaria MTE nº 1.510/2009. Confira no vídeo acima todas as novidades do produto!

O Blue apresenta design inovador e display Touch 2.8”, com interface intuitiva, fácil navegabilidade, e grande poder de processamento. Todas as funcionalidades, que visam facilitar a pronta instalação e utilização do relógio, são diretamente acessíveis por intermédio do display touch screen, ou por um teclado USB externo, acoplado à porta USB não fiscal do equipamento.

O Protocolo Blue do novo Relógio de Ponto da RWTECH permite comunicação direta entre o equipamento e o software EzPoint Web, dispensando a utilização de um comunicador. Ou seja, as marcações de ponto são enviadas de forma automática e em tempo real para o software EzPoint Web.

O Blue possui Web Server, funcionalidade que permite ao usuário executar diversos tipos de ajustes e gerenciamentos do seu Relógio de Ponto pelo navegador, local ou remotamente.

O cadastro de colaboradores pode ser realizado através do display touch ou mesmo com a conexão de um teclado USB de computador, de uma maneira extremamente simples e rápida. Ou seja, todos os cadastros dos usuários (inclusive a coleta da impressão digital e/ou número dos cartões) podem ser efetuados diretamente no próprio relógio.

No Blue, o usuário também tem acesso a um utilitário para cadastros em massa. O equipamento imprime, em ordem alfabética, uma relação de todos os colaboradores que ainda não possuem digitais cadastradas, possibilitando a otimização do processo, sem necessidade de acessar individualmente o cadastro de cada funcionário.

O Blue também apresenta um sistema inteligente de backup de dados, permitindo que o usuário salve todos os dados cadastrados no relógio, como nome, PIS, impressões digitais, cartões, etc. Estes dados podem ser restaurados inclusive em equipamentos diferentes, ou exportados via pendrive de um equipamento para outro, do equipamento para o software e do software para o equipamento.

O exclusivo sistema de conexões de cabos no aparelho permite uma instalação limpa, rápida e segura, pois não permite o acesso aos cabos sem retirar o relógio da parede.

No Blue, o usuário pode configurar o modo de autenticação para registro de ponto: “1:N” (não precisa de confirmação da digital) ou “1:1” (precisa de confirmação da digital) Também é possível realizar ajustes de cadastro de usuário mestre para acessar o menu do Relógio.

O compartimento da bobina de papel é de fácil acesso e protegido por chave. A bobina de papel deve apresentar comprimento máximo de 360 metros, diâmetro máximo de 159 mm e largura máxima de 57 mm.

É possível monitorar a quantidade estimada de papel no relógio, prevendo a otimização da troca das bobinas. Além disso, o Blue também permite a configuração do tamanho do ticket impresso. Pode-se ativar o ajuste de ticket curto para economizar o consumo de papel, permitindo que o relógio imprima mais tickets por bobina.

O gabinete possui suporte para fixação de nobreak e comunicador IOT. E o leitor RFID presente no equipamento é homologado pela Anatel.

Este é o Novo Relógio de Ponto Blue da RWTECH! Conheça também o sistema em nuvem EzPoint Web e ganhe mais agilidade e segurança na apuração do ponto.

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Controle de Ponto

Sistema de Controle de Ponto em nuvem ou desktop?

11 de novembro de 2020
Usuário utiliza um sistema para controle de ponto em nuvem

Os softwares para controle de ponto compõem o sistema de gestão da empresa, desempenhando a coleta e apuração dos registros do relógio de ponto, como os horários de entrada, saída, almoço, intervalos e ausências dos colaboradores. Posteriormente à importação, este sistema converte os dados em informações importantes acerca da jornada de trabalho dos profissionais, tornando-se uma ferramenta essencial para o gerenciamento corporativo. Além de garantir o cumprimento de uma exigência legal, o software para gestão de ponto traz inúmeras facilidades. E, comumente, pode ser encontrado em duas versões no mercado: o sistema de controle de ponto em nuvem e a versão desktop. Você conhece todas as diferenças entre os modelos hospedados localmente, conhecidos como desktop, e os softwares alocados em nuvem? Preparamos um guia completo para eliminar as suas dúvidas e auxiliar a sua escolha! Confira abaixo:

Armazenamento e segurança de dados

A plataforma em nuvem difere-se da versão desktop sobretudo pelo sistema de armazenamento de dados. Enquanto o software desktop deve ser adquirido por meio de uma licença e instalado no computador do cliente, o sistema de controle de ponto em nuvem mantém as suas informações salvas em datacenters, grandes centros de armazenamento e processamento de dados, usualmente distantes do usuário e acessados via web. Estes bancos são alocados em diversos servidores externos, que assegurarão a disposição de backups de forma automática e contínua. Além disso, também devem fornecer plena acessibilidade ao sistema a qualquer hora e local. Desta forma, o armazenamento em nuvem torna-se a opção mais segura para proteção de dados. Pois, além de eliminar a preocupação com a realização de backups, também está sensivelmente menos vulnerável ao roubo ou perda de informações, seja por invasões maliciosas ou acidentes que comprometam a integridade dos equipamentos.

Implementação

O sistema de controle de ponto em nuvem apresenta grandes vantagens de implementação facilitada e baixa manutenção. Isso porque os ajustes técnicos da plataforma tornam-se responsabilidade da empresa desenvolvedora, que deve assegurar o seu pleno acesso e estabilidade ao usuário. Poucas sessões de treinamento, usualmente de baixa complexidade, já são o suficiente para fornecer autonomia e fluidez aos encargos da equipe. Além disso, não é necessário preocupar-se com a disponibilização de recursos de infraestrutura, como a instalação e compatibilidade em múltiplos sistemas computacionais ou espaço de armazenamento. Com o serviço hospedado em nuvem, o software torna-se seguramente acessível de qualquer computador ou dispositivo com internet, via navegador web, a todo momento e local desejado, sem tê-lo instalado previamente.

Acesso e compartilhamento

Como mencionamos no tópico anterior, a facilidade de acesso e integração de informações é uma característica registrada do sistema de controle de ponto em nuvem. Este atributo resulta em vários desdobramentos para toda a gestão corporativa, pois viabiliza o acompanhamento e compartilhamento integral do conteúdo lançado. Dessa forma, pode-se fornecer mobilidade aos gestores e os colaboradores, por meio de livre consulta aos dados e registros em tempo real. Com o software em nuvem, é possível, por exemplo, centralizar a apuração de ponto de franquias e redes organizacionais, a fim de automatizar a coleta e importação das informações, fornecendo autonomia para a matriz.

Atualizações e concordância com a legislação

Quando a empresa opta pela contratação de um software como serviço, por meio de um plano de assinatura e hospedagem em nuvem, poderá garantir que seus colaboradores sempre utilizarão a versão mais recente do produto. As implementações tecnológicas trazem o que há de mais inovador no mercado, e impactam positivamente no posicionamento competitivo da empresa. Isso porque o software recebe atualizações e ajustes de forma contínua, sem custos adicionais ao usuário; contrapondo-se ao modelo mais engessado da versão desktop. Dessa forma, é possível afirmar que o sistema de ponto em nuvem estará sempre em conformidade com as portarias vigentes. E a empresa estará sempre cumprindo as suas obrigações legais.

Possibilidade de personalização

A facilidade de renovação do software traz outra grande vantagem: a possibilidade de personalização da gestão de ponto. A empresa pode revisar eventuais necessidades das suas operações, que muitas vezes são exclusivas do seu mercado ou forma de atuação, e pouco atendidas por sistemas tradicionais. Assim, por meio de um acordo com o desenvolvedor, é possível sugerir novos recursos e funcionalidades a serem inseridas na plataforma. Isso irá torná-la personalizada para viabilizar ou otimizar os seus processos internos. O resultado é um sistema de grande usabilidade para a toda a organização.

Gestão e produtividade

No sistema de ponto em nuvem, as informações gerenciais são reunidas em uma única plataforma, eliminando-se a necessidade de extensas planilhas e pilhas de papeis. Desta forma, o acesso aos dados de registro e banco de horas, extras e devidas, abonos, justificativas, compensações e controle de benefícios torna-se significativamente mais simplificado para os colaboradores. Isso resulta em um processo de apuração de ponto continuamente revisado, que otimiza e automatiza o trabalho dos profissionais de RH. O fechamento da folha de pagamento torna-se muito mais dinâmico, fácil e previsível por meio da configuração de filtros e relatórios gerenciais concisos.

Previsibilidade de custos

Além da economia de tempo promovida pelo sistema de controle de ponto em nuvem, que recebe facilmente a importação de dados do relógio de ponto, também é válido citar a redução de custos com equipamentos de hardware, aquisição de servidores, manutenções, atualizações, além de economia de energia elétrica e espaço físico promovidos neste modelo. Assim, pode-se dizer que os investimentos são otimizados e muito mais previsíveis. Esta condição fica ainda mais notória quando comparamos o poder de escalabilidade da computação em nuvem. O armazenamento pode se expandir conforme as necessidades do usuário, otimizando o direcionamento dos recursos financeiros. Adicionalmente, a acuridade do sistema de gestão de ponto em nuvem reduz sensivelmente os riscos de intercorrências que possam levar à instauração de processos trabalhistas.

Cultura organizacional

A segurança dos dados coletados pelo relógio de ponto, a acessibilidade dos registros e a facilidade de consultas na plataforma em nuvem convergem-se na construção de confiabilidade e harmonia no ambiente organizacional. Estas condições possibilitam a elaboração de relatórios transparentes e precisos, evitando o clima de vigilância e possíveis divergências entre gestores e colaboradores.

Como você pode perceber, as diferenças entre os modelos são numerosas e significativas. Portanto, cuide para que sua empresa faça boas escolhas ao discernir a melhor alternativa para a organização. E, de maneira igualmente importante, ao eleger a desenvolvedora do sistema de controle de ponto, priorizando pela qualidade do serviço e do atendimento. Assim, é possível otimizar o direcionamento de recursos, tempo e investimento, fornecendo autonomia e mobilidade aos gestores e colaboradores, e garantindo que os esforços sejam concentrados na produtividade e sucesso da equipe.

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Relógio de Ponto em Campinas: invista em sua empresa

13 de outubro de 2020
Relógio de ponto em Campinas

Campinas é uma das maiores e mais populosas cidades universitárias e industriais do Estado de São Paulo. Instalada em um favorável cenário socioeconômico, pertencente à micro e mesorregião da capital paulista, a metrópole constitui-se atualmente um dos principais centros urbanos do país, abrigando milhares de empresas e trabalhadores. Assim, atentando-se à grande demanda de atenção aos desafios da gestão de trabalho nesta região, desenvolvemos um artigo abordando tudo o que você precisa saber sobre gerenciamento de jornadas e Relógio de Ponto em Campinas. Confira!

O que é um relógio de ponto?

O relógio de ponto é o equipamento responsável pelo registro e armazenamento de dados relativos aos horários de entrada, saída, almoço e intervalos dos colaboradores de uma empresa. Logo, é possível exercer um gerenciamento integral da jornada de trabalho de toda a organização, por meio do controle destas informações. A marcação de ponto pelo relógio garante o cumprimento da carga horária de trabalho estabelecida em contrato, enviando dados precisos e seguros aos softwares de gestão de ponto. Assim, os gestores podem facilmente gerenciar os descontos por faltas e atrasos ou mesmo os adicionais por horas extras trabalhadas, por exemplo.

Portanto, o relógio de ponto facilita e assegura o devido cumprimento da jornada de trabalho dos funcionários da empresa, automatizando o seu gerenciamento.

O uso do relógio de ponto é obrigatório?

De acordo com o artigo 74 da Consolidação das Leis do Trabalho, toda empresa com mais de 10 funcionários deve registrar os horários de entrada, saída e intervalos de seus colaboradores. Tal obrigatoriedade legal garante a execução das funções profissionais dentro de todos os direitos e deveres do trabalhador.

Porém, o gestor pode extrair diversas vantagens extras do emprego de um relógio de ponto. Por exemplo, a relação entre empregadores e colaboradores tende a se tornar mais pacífica e harmônica quando não há pendências profissionais a serem abordadas. Assim, eliminam-se dúvidas e possíveis conflitos, como por exemplo acerca das horas a serem descontadas ou pagamentos extras.

Adicionalmente, o gestor também pode utilizar diversos recursos para impulsionar a produtividade e o desempenho dos seus diversos setores. Como por exemplo, a geração de relatórios e a flexibilização de horários. Isso atuará promovendo competitividade de mercado à empresa.

Onde comprar um relógio de ponto em Campinas?

Apesar da grande amplitude de possibilidades oferecidas por uma metrópole como Campinas, salientamos a importância da busca por qualidade no momento de pesquisa e efetivamente de compra do equipamento de ponto. Portanto, para garantir as melhores tecnologias e benefícios que um relógio de ponto pode fornecer, conheça os produtos da RWTECH. A RWTECH atua no mercado de Controle de Ponto e Acesso desde o ano 2000. Oferecemos equipamentos de alta qualidade e segurança para a completa gestão de seus colaboradores. Confira tudo em nosso site!

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Aplicativo para sistema de ponto online: melhores soluções

31 de agosto de 2020
Aplicativo para sistema de ponto online

Em tempos de adaptação às novas condutas sociais impostas pela pandemia de Covid-19, diversas medidas fazem-se necessárias para proteger a saúde dos colaboradores e sustentar as operações corporativas. Paralelamente, também surgem outros desafios: é preciso posicionar-se diante das novas demandas do mercado e manter a equipe motivada. Diante deste cenário, as jornadas home office, culturalmente atribuídas a organizações de nichos específicos, tornaram-se a alternativa de escolha até mesmo para as empresas mais tradicionais. No entanto, algumas organizações ainda carecem do modelo de trabalho presencial, e preocupam-se em tornar o ambiente corporativo seguro e adequado para o cumprimento das recomendações sanitárias. Em ambos os casos, é possível trazer grandes resultados para a sua empresa com um aplicativo para sistema de ponto online. Saiba como em nosso texto de hoje!

Como funciona um aplicativo para sistema de ponto online?

O aplicativo para sistema de ponto online é uma ferramenta para marcação de ponto disponível diretamente no smartphone ou tablet do usuário. Ao colaborador, o software oferece acesso aos dados relativos ao seu banco de horas, horas trabalhadas, extras e faltas. Já ao gestor, o sistema disponibiliza informações precisas acerca do horário e localização do funcionário no momento do registro de ponto, bem como suas fotos, dados de locais visitados e distância percorrida. Assim, pode-se obter um completo gerenciamento sobre as jornadas de trabalho externas, evitando o surgimento de divergências na relação profissional.

Os aplicativos para sistema de ponto online mais completos do mercado contam com armazenamento em nuvem e alta tecnologia para fornecer informações precisas e seguras. Isso possibilita a visualização das informações em tempo real e o envio automático de relatórios gerenciais. Já a geolocalização permite o registro de ponto de funcionários externos a qualquer hora e em qualquer local, operando até mesmo sem internet. Há também recursos capazes de identificar e bloquear comandos que adulteram o horário e a localização do usuário.

O aplicativo para sistema de ponto online é uma forma simples de garantir a segurança de todos na habitual rotina de registro de ponto. Seja em home office ou até mesmo no tradicional modelo presencial, tem-se inúmeras vantagens de aplicá-lo na empresa. Confira abaixo:

Home office

Já existem dados de mercado comprovando o aumento de produtividade por meio da implementação do modelo homeworking. Neste formato de trabalho, é fundamental lançar mão de ferramentas tecnológicas capazes de reproduzir o ambiente corporativo. Assim, um aplicativo para sistema de ponto online pode reduzir a ocorrência de questionamentos acerca da jornada de trabalho e dos horários pré-acordados pelos colaboradores, permitindo o seu direcionamento e monitoramento.

Modelo presencial

Diante da pandemia de COVID-19, a rotina profissional se torna sensivelmente mais difícil. Assim, para os gestores, as palavras de ordem neste momento são alinhamento e confiança. Neste aspecto, o aplicativo para sistema de ponto online pode reafirmar as medidas de segurança da empresa. Isso porque o software disponibiliza recursos para definição de locais fixos no mapa onde o funcionário deverá bater o ponto, demarcando limites que impedem o registro fora do raio determinado. Dessa forma, ao aplicar o sistema internamente, pode-se evitar a proximidade de colaboradores e o contato físico direto na superfície do relógio de ponto, ampliando as medidas preventivas da organização.

Sem dúvidas, o aplicativo para sistema de ponto online também reúne diversas vantagens adicionais, seja qual for a modalidade de jornada, como a otimização do trabalho do RH, a redução de custos e a autonomia para gestores e colaboradores.

Neste período de isolamento social, é fundamental manter vivo o contato entre as pessoas, e oferecer condições de trabalho adequadas aos seus colaboradores. A difusão de uma nova cultura de trabalho, muito mais digitalizada, permanecerá em grande parte, mesmo com o decrescimento da pandemia. Portanto, lembre-se, crises são educadoras e fornecem grandes aprendizados. Que possamos extrair sempre o melhor dos períodos turbulentos. Para saber mais sobre as melhores soluções do mercado, entre em contato conosco!

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Controle de Ponto

Controle de ponto em Rio Preto – como equilibrar despesas

8 de julho de 2020
relógio e sistema para controle de ponto rio preto

Equilibrar as despesas administrativas pode representar um grande diferencial para a gestão do seu negócio. Este aspecto torna-se ainda mais relevante em regiões onde o mercado encontra-se em condições de alta demanda e competitividade. Como por exemplo, no município de Rio Preto, localizado no interior de São Paulo, onde encontra-se um dos mais importantes e ativos polos industriais do estado. Neste contexto, administrar a gestão de recursos humanos e firmar as tratativas relacionadas às jornadas de trabalho dos colaboradores constitui um fator determinante no gerenciamento financeiro da empresa. Confira em nosso texto de hoje como alguns investimentos em tecnologias para gestão e controle de ponto em Rio Preto podem representar grandes estratégias para a administração e o posicionamento da empresa no mercado.

Automatização dos processos de gestão

A interação entre relógio e software para controle de ponto em Rio Preto permite ao gestor automatizar todos os processos relativos ao gerenciamento da jornada de trabalho. É possível acessar facilmente aos relatórios de faltas, atrasos, extras e banco de horas de cada colaborador. Dessa forma, a empresa exerce com segurança e precisão o pagamento das horas trabalhadas, garantindo o correto direcionamento dos seus recursos financeiros. Além disso, por meio do histórico de dados coletados, o gestor também pode estudar as métricas e gerenciar integralmente os horários de qualquer setor interno. E, assim, flexibilizá-los de modo a estimular o desempenho de equipes e projetos em horários de maior produtividade.

Otimização do trabalho de RH

As informações presentes no sistema de controle de ponto fomenta a relação de confiabilidade entre gestores e colaboradores. Esta condição, além de promover um ambiente mais harmonioso e pacífico dentro da organização, também acarreta outras vantagens. O processo de gestão da jornada de trabalho torna-se consideravelmente menos propenso à ocorrência erros e fraudes. Desta maneira, reduzem-se também as possibilidades de intercorrências legais, uma vez que os conflitos relacionados ao controle de ponto são a maior causa de processos trabalhistas no país.

Adicionalmente, devido à automatização do processo, demanda-se menos tempo e menor força de trabalho para a conclusão do fechamento de ponto. Assim, pode-se otimizar as tarefas dos profissionais de RH, fornecendo-lhes maior disponibilidade na condução de outros aspectos relevantes para os resultados da empresa.

Os softwares para controle de ponto mais modernos do mercado operam com armazenamento em nuvem e ajustes totalmente personalizados às necessidades da sua empresa. O investimento é facilmente compensado pelas grandes vantagens do sistema, que promove segurança, autonomia e agilidade no processo de apuração e fechamento de ponto. Portanto, busque por soluções tecnológicas para gerenciar de forma completa a jornada de trabalho dos seus colaboradores, promovendo redução de despesas e competitividade de mercado. Entre em contato conosco pelo formulário ao lado, e confira todos os produtos desenvolvidos pela RWTECH para controle de ponto em Rio Preto.

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Controle de Ponto

Software para controle de ponto em Belo Horizonte

10 de junho de 2020

Belo Horizonte figura entre as três cidades com o maior número de empresas ativas do país. A capital mineira é líder no estado e sustenta mais de 1 milhão de trabalhadores, graças ao favorável cenário econômico local, constituindo-se uma região promissora para o desenvolvimento de novos negócios. Nestas circunstâncias, podemos facilmente visualizar a necessidade de um ambiente empresarial bem gerenciado, capaz de atender às crescentes demandas mercadológicas por meio da gestão de colaboradores e suas jornadas de trabalho. Por isso, no post de hoje, falaremos sobre a importância de um software para controle de ponto em Belo Horizonte, recurso fundamental para o gerenciamento e a prosperidade do seu negócio. Você conhece todas as suas funcionalidades e vantagens? Sabe como escolher o melhor para a sua empresa? Confira no texto que preparamos para você!

O que é um software para controle de ponto?

Um software para controle de ponto é um sistema de gestão ligado diretamente ao relógio de ponto da empresa. Por meio da importação dos dados do equipamento, o software coleta o registro dos horários de entrada, saída, almoço, intervalos e ausências dos colaboradores, gerenciando sua jornada de trabalho. Estes dados, nos sistemas mais modernos do mercado, ficam armazenados em nuvem, garantindo a segurança e a autonomia dos gestores. O resultado é um modelo de trabalho mais simplificado e otimizado, graças aos relatórios e histórico de informações sobre a folha de ponto e de pagamento (extras ou descontos) do quadro de funcionários, facilmente disponíveis a qualquer hora e local. Por essa razão, o software para controle de ponto em Belo Horizonte é um dos recursos mais utilizados para gerenciamento corporativo.

Por que adquirir um software para controle de ponto em Belo Horizonte?

O software para controle de ponto possui inúmeras vantagens. Dentre as principais, pode-se citar a facilidade de gerenciamento; a convergência das informações em uma única plataforma; o histórico de registros e a geração de relatórios; a automatização do fechamento de ponto e da folha de pagamento; e a consequente facilitação do trabalho para o setor de recursos humanos da empresa. Dessa forma, graças à confiabilidade do sistema, cria-se uma relação profissional mais harmônica na organização, reduzindo possíveis conflitos e a ocorrência de erros ou fraudes. Além disso, um software para controle de ponto em Belo Horizonte é capaz de posicionar a empresa à frente da concorrência, diante das urgentes demandas de crescimento, inovação e dinamicidade do mercado. Os gestores poderão organizar e gerenciar facilmente as jornadas e a produtividade de cada setor interno, concentrando esforços nas reais necessidades e resultados da empresa.

Como escolher o melhor sistema para a minha empresa?

Para escolher o melhor software para controle de ponto em Belo Horizonte, o gestor deve buscar alternativas que se adaptem as suas necessidades. É importante pesquisar por um sistema completo, ou seja, de múltiplas configurações e opções ajustáveis, porém sem abrir mão de uma interface simples e intuitiva. Dessa maneira, o software será capaz de atender exatamente às particularidades do seu modelo de negócio, contribuindo sensivelmente na autonomia e na agilidade do processo de apuração e fechamento de pontos.

Não se esqueça de que é também essencial conferir a compatibilidade do sistema ao relógio de ponto utilizado na empresa. E, por fim, procure optar por softwares que operem no modelo de recorrência, garantindo atualizações constantes, treinamento da equipe, suporte técnico e atendimento imediato ao consumidor. Dessa forma, você poderá assegurar o aproveitamento integral de todos os recursos da plataforma escolhida.

Onde adquirir um software para controle de ponto em Belo Horizonte?

O EzPoint Web é um exemplo de sistema de controle de ponto totalmente personalizável. Isso porque a RWTECH implementa diversos recursos baseados nas necessidades e sugestões dos seus clientes, atualizando frequentemente a plataforma. Além disso, a interface limpa e rica em possibilidades de ajustes amplifica as vantagens do sistema, entregando facilmente as soluções ao profissional de RH. O EzPoint Web conta com todas as funcionalidades que citamos neste artigo, além de diversas outras exclusivas. Portanto, para escolher o melhor software para controle de ponto em Belo Horizonte, entre em contato conosco pelo formulário ao lado ou pelas nossas redes sociais, e confira as soluções da RWTECH para otimizar os resultados da sua empresa.

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Controle de Ponto

Aplicativo para controle de ponto: 6 vantagens de utilizá-lo

2 de junho de 2020

Sabemos que o registro de ponto é de suma importância para o adequado funcionamento das operações de um negócio. Isso porque o controle destas marcações proporciona ao gestor um gerenciamento completo de toda a jornada de trabalho da equipe, otimizando a produtividade e a coordenação da empresa, conferindo autonomia aos colaboradores e estabelecendo uma relação harmoniosa dentro da organização. Diante das novas necessidades do mercado corporativo, as empresas mais antenadas e tecnológicas do segmento desenvolveram o aplicativo para controle de ponto, sistema especialmente destinado ao gerenciamento das jornadas externas. Estes softwares permitem o registro de ponto de vendedores externos, representantes, técnicos, motoristas, equipes de obras e projetos; ou para funcionários em home office e viagens a trabalho – a qualquer hora e em qualquer local.

Na modalidade de trabalho à distância, é ainda mais importante lançar mão de recursos capazes de fortalecer a relação de confiabilidade entre todos os integrantes da empresa. Dessa forma, um aplicativo para controle de ponto pode minimizar a ocorrência de questionamentos sobre o cumprimento da jornada de trabalho e dos horários pré-acordados pelos colaboradores. Portanto, no post de hoje, mostraremos como é possível levar praticidade e segurança para a sua empresa por meio de um aplicativo para controle de ponto. Confira agora 6 vantagens de utilizá-los em seu negócio:

  • Gerenciamento;
  • Rendimento;
  • Autonomia;
  • Confiabilidade;
  • Redução de custos;
  • Impulsionamento

Vamos abordar de forma mais profunda sobre cada uma dessas vantagens:

Gerenciamento pelo aplicativo de ponto

Por meio de um aplicativo de ponto, é possível exercer completo controle das jornadas de trabalho externas, registrando e gerenciando entradas, atrasos, extras, ausências e jornadas incompletas. Além disso, os melhores sistemas do mercado também fornecem informações precisas de horário e localização do colaborador no momento do registro de ponto, bem como fotos do usuário, dados de locais visitados no mapa e distância percorrida – até mesmo sem o uso de internet.

Rendimento

Também pode-se otimizar o trabalho do setor de RH, por meio da implementação de recursos para simplificar e automatizar o fechamento das folhas de ponto; que descarta a ocorrência de erros ou fraudes e evita o uso de planilhas ou o acúmulo de pilhas de papel.

Autonomia

O aplicativo para controle de ponto permite que o funcionário acompanhe seu histórico de registros com autonomia e exerça de maneira responsável seus compromissos de trabalho. É possível inclusive adicionar atestados e justificativas de faltas, cabendo ao gestor aceitá-las ou não.

Confiabilidade

Estes sistemas reduzem sensivelmente as possíveis divergências entre colaboradores e gestores, aproximando as relações de trabalho. Isso porque pode-se realizar o acesso e conferência a qualquer momento dos registros das jornadas efetuadas. Além disso, o aplicativo para controle de ponto é capaz de bloquear e registrar a adulteração de dados como o horário do sistema operacional e o GPS, eliminando-se as chances de burlar as informações do registro de ponto no software.

Redução de custos pelo aplicativo de ponto

Uma vez que o sistema pode ser acessado por meio de diversos tipos de dispositivos, gera-se menos despesas relacionadas à aquisição de papel e manutenção.

Impulsionamento

Por fim, o aplicativo para controle de ponto possibilita ao gestor avaliar e gerenciar os horários de maior produtividade da empresa. Os relatórios gerados pelo sistema indicam importantes métricas e tendências. As informações sobre a jornada de trabalho das equipes podem ser utilizadas de forma inteligente para que o seu negócio prospere de forma exponencial.

Gostou das informações? Então, se você deseja adquirir um aplicativo para controle de ponto completo, de fácil manuseio e totalmente equipado às suas necessidades, conheça o EzPoint Mobile. O sistema da RWTECH conta com todas as funcionalidades que descrevemos aqui, além de diversos outros recursos. Assim, você poderá exercer o gerenciamento completo e seguro das jornadas de trabalho dos seus colaboradores de qualquer local. Além disso, a integração ao sistema web garante o armazenamento de dados em nuvem e possibilita a visualização das informações em tempo real.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre o EzPointMobile – a solução mais completa do mercado para viabilizar o controle de ponto do seu negócio! Conte com a RWTECH!

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