Controle de Ponto

Controle de ponto: 5 dicas para melhorar na sua empresa

16 de dezembro de 2019
Controle de ponto: 5 dicas para melhorar na sua empresa

Garantir a organização de todos os funcionários da empresa é uma das mais importantes responsabilidades de um empresário, pois esta é a base de todo o funcionamento operacional e administrativo de qualquer tipo de negócio. Por esta razão, é de extrema importância que se trate certas exigências, como o registro e controle de ponto, com a devida atenção e cuidado. Pensando no impacto deste processo em diversos tipos de organizações, separamos hoje 5 dicas para melhorar o controle de ponto na sua empresa. Quer saber quais são e como elas podem ajudar? Confira agora!

O que é controle de ponto?

Antes de mais nada, é importante apresentar um panorama geral sobre o que é controle de ponto e por que ele é tão importante em todas as empresas.

É exigido por lei que qualquer empresa com mais de 10 funcionários possua um padrão de controle dos seus horários de entrada e saída, bem como os de almoço e intervalos, quando necessário. Este registro pode ser realizado de diversas maneiras, seja manual, mecânica ou digitalmente.

Também vale lembrar que o controle de ponto é uma das principais razões de processos trabalhistas no Brasil, representando um grande risco financeiro para seu negócio. Por esta razão, é importante estar sempre atento ao controle de ponto e seguir as regras e leis vigentes, a fim de evitar que estes problemas ocorram.

5 dicas para melhorar o controle de ponto em sua empresa

Agora que você já está mais familiarizado com o assunto, vamos apresentar as melhores dicas para aperfeiçoar o processo de controle de ponto na sua empresa. Abordaremos cada uma separadamente, assim você poderá entender melhor como utilizá-las isso a seu favor e obter mais vantagens para o seu negócio. As dicas que separamos são:

  • Organize os horários de cada funcionário
  • Esclareça as compensações por bancos de horas
  • Atente-se aos direitos e deveres de seus funcionários
  • Use a tecnologia como aliada
  • Utilize os dados de controle de ponto a seu favor

Organize os horários de cada funcionário

Quando você pretende organizar tudo o que diz respeito ao controle de ponto, é necessário primeiramente monitorar o horário de entrada e saída dos funcionários da empresa, de maneira individual. É claro que, tratando-se de negócios maiores, o registro se torna cada vez mais difícil. No entanto, existem diversas técnicas que você pode utilizar a favor do domínio deste processo.

O mais recomendado é que você informe ao seu funcionário sobre seus direitos e deveres perante o controle de ponto, e também esclareça as razões pelas quais todos devem respeitar assiduamente esta norma. Desta forma, você compartilha a informação e a responsabilidade do processo.

Esclareça as compensações por bancos de horas

Nem todos os funcionários entendem exatamente como funciona o banco de horas de uma empresa. É necessário informá-los sobre quais horas contabilizam como extras, quando devem ser pagas, se podem ou não ser utilizadas para compensar atrasos, dentre muitas outras dúvidas comuns, que podem gerar transtornos para a sua empresa. Assim como foi dito no tópico anterior, quando os colaboradores entendem o que deve ou não ser feito e principalmente o porquê, diversos problemas neste processo tendem a ser evitados.

Deixe claro os direitos e deveres de seus funcionários

De modo geral, um funcionário tem o direito de receber a mais se trabalhar por mais horas do que previsto em seu contrato, assim como pode ser ter seu pagamento descontado se trabalhar por menos tempo. Estas normas podem parecer bastante básicas e previsíveis, no entanto, existem alguns fatores que podem confudir o colaborador a respeito de como estes pagamentos e descontos são realizados, levando a condutas indesejadas e prejudicando o relacionamento da equipe.

É recomendável que você crie um pequeno guia sobre o funcionamento dos horários de entrada, saída, almoço e intervalos. Dessa forma, é muito mais fácil que todos entendam exatamente qual a política de direitos e deveres dentro da empresa, de maneira clara e acessível.

Use a tecnologia como aliada

Há alguns anos atrás, o controle dos horários de entrada, saída, almoços e intervalos era feito de forma manual, tornando o processo passível de erros e fraudes. Felizmente, no mercado atual já existem diversos equipamentos de relógio de ponto, como os da RWTECH, que podem registrar a entrada e saída de funcionários de forma fácil, tecnológica e automatizada. Atualmente, cartão de aproximação, senha ou impressão digital são os métodos mais utilizados, reduzindo os riscos de erro e facilitando o trabalho do setor de RH da sua empresa. Portanto, é perfeitamente possível e recomendável que você utilize a tecnologia como sua aliada no proceso de registro de ponto.

Utilize os dados de controle de ponto a seu favor

Quando você utiliza a tecnologia como sua aliada, recebe ainda outra vantagem: todos os dados de entrada e saída de cada funcionário são descritos detalhadamente em um software específico. Isso é de extrema relevância, já que a partir destes registros você pode identificar os horários de maior produtividade da empresa, horários com maior volume de funcionários almoçando, horários de maior índice de atraso, além de diversas outras informações. Este banco de dados pode ser usado a seu favor para você aumentar a produtividade da empresa alterando horários, promovendo ações em dias específicos, dentre muitas outras possibilidades.

O que achou das nossas 5 dicas para melhorar o controle de ponto em sua empresa? Certamente várias outras indicações podem ser aplicadas, surtindo diferentes efeitos de acordo com o gerenciamento e forma de operação da sua empresa. De qualquer forma, seguir e compreender como estas dicas podem ajudá-lo já será um grande passo para que você não precise se preocupar demasiadamente com questões simples, como o controle de ponto do seu quadro de funcionários, e possa concentrar esforços em novas formas de fazer seu negócio crescer. Afinal, esse é o nosso objetivo comum.

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Tipos de controle de ponto: Qual é o melhor para sua empresa?

13 de dezembro de 2019

Controlar o ponto dos funcionários é imprescindível para que uma empresa funcione de maneira correta e evite uma série de problemas decorrentes do não cumprimento de determinadas leis trabalhistas, como o parágrafo 2º, do artigo 74 da CLT. Entretanto, não há leis especificas que determinem como este controle deve ser feito – uma boa notícia, já que desta forma você pode escolher a opção que melhor se adapte ao seu tipo de trabalho e à sua empresa.

Mas afinal, você sabe qual é o melhor tipo de controle de ponto para a sua empresa? Se isso ainda é uma dúvida, continue lendo nosso texto de hoje. Vamos descrever sobre os principais tipos de controle de ponto e ajudá-lo a realizar a melhor escolha para beneficiar o seu negócio. Confira agora!

Tipos de controle de ponto

Existem variadas formas de controlar os horários de entrada, saída, almoço e pausas de seus funcionários. Algumas são definitivamente mais rápidas e eficientes do que outras, mas a escolha pode variar de acordo com as preferências e o ambiente de trabalho de cada empresa. Vamos abordar de forma mais aprofundada sobre cada uma dessas formas, para que você possa decidir qual é a melhor alternativa para o seu negócio. Os tipos de controle de ponto existentes no mercado atualmente são:

  • Por cartão
  • Livro de ponto
  • Por digital
  • Online

Por cartão

O registro feito por cartão é um dos mais tradicionais métodos de controle de ponto, e foi utilizado em diversas empresas no Brasil  durante muito tempo, dando origem à expressão “bater cartão”. Trata-se de um simples acessório, como um crachá da empresa, provido de um chip identificador do funcionário, que realiza o registro quando aproximado à máquina de controle de ponto. Essas informações são enviadas diretamente para o sistema do RH da empresa, através do relógio interno da máquina.

Livro de ponto

Esta é a maneira mais antiga de se realizar o controle de ponto da empresa, e também a mais onerosa. Os funcionários são responsáveis por anotar seu horário de entrada, saída, almoço e até mesmo as pausas em um livro de registro de ponto. Trata-se de um sistema amplamente suscetível à fraudes, e que também gera grande sobrecarga de trabalho para o RH, já que cada minuto trabalhado deve ser calculado para que a empresa saiba exatamente o que pagar e o que descontar de cada funcionário. Devido a estas condições, é muito raro vermos empresas adotando esse tipo de controle de ponto atualmente, embora ele ainda exista, sobretudo em situações de emergência.

Por digital

Este é certamente o meio mais popular de registro de ponto nos dias atuais, devido à eficácia, segurança e facilidade do sistema, que consiste simplesmente em cadastrar a digital do funcionário na máquina e posteriormente registrar todos os horários necessários. Estas máquinas de controle de ponto por digital também oferecem opções por senha ou mesmo por cartão magnético. Desta forma, mesmo que haja algum tipo de problema com o registro da digital, existem alternativas que a empresa pode utilizar até que o problema seja resolvido.

Online

O controle de ponto online ainda não é o mais convencional, mas vem ganhando cada vez mais adeptos com o avanço do tempo e da tecnologia. Trata-se de um sistema que controla de forma online e em tempo real o horário de início de trabalho, fim de expediente, horário de almoço, entre todas as outras entradas e saídas dos funcionários da empresa. Hoje em dia, tem sido muito utilizado por empresas que possibilitam que seus funcionários façam trabalhos em casa, ou ainda pelo quadro de funcionários externos de determinados negócios. É certamente uma forma inovadora e que, com o tempo, ganhará mais adeptos.

Citamos aqui ótimos exemplos para que você entenda como estes sistemas operam dentro de uma empresa. A RWTECH produz diversos tipos de soluções para controle de ponto que contam com as mais seguras e eficazes tecnologias que apresentamos, para que você possa realizar o registro de entradas e saídas de funcionário do seu negócio. Confira todos os nossos produtos!

Qual é o melhor para sua empresa?

Depois de conhecer os tipos de controle de ponto, fica mais fácil entender qual é o mais indicado para a sua empresa. Se você possui um negócio pequeno, por exemplo, não há motivos para desenvolver crachás apenas para o registro de entradas e saídas. Neste caso, o controle feito por digital ou mesmo o online podem ser ótimas e simples opções.

Já quando tratamos de grandes empresas, ou negócios que exigem uma identificação por diversas outras razões, é interessante apresentarmos também uma alternativa à digital, como o controle de ponto feito por cartão. O mais interessante é que é possível ter mais de um desses tipos de controle de ponto em sua empresa, em apenas uma máquina.

A RWTECH, por exemplo, possui alguns exemplos em seu portfólio, como o BIOPROX – C V2, que permite a utilização até mesmo de senhas para identificar a entrada ou saída dos funcionários da empresa. É um tipo de liberdade interessante , que pode inclusive melhorar a relação dos colaboradores com a empresa.

A escolha do tipo de controle de ponto que melhor atenda à sua empresa é uma decisão que exige muito cuidado e conhecimento sobre os diversos os tipos, indicações e funcionamento de cada sistema. Não vamos nos esquecer que problemas com controle de ponto são uma das principais causas de processos trabalhistas e isso é algo que você com certeza deseja evitar. Portanto, tome o tempo que for necessário para pensar em como isso pode ser implementado em seu negócio, e lembre-se de utilizar os produtos da RWTECH, que trabalha há mais de 18 anos para que o mercado corporativo possa estar mais organizado, facilitando a vida de empregadores e trabalhadores.

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Controle de ponto: Evite a principal razão de processos trabalhistas

11 de dezembro de 2019

Abrir um negócio e fazer com que ele alcance o sucesso não é uma tarefa fácil, e exige que diversos desafios sejam enfrentados para que se obtenha a tão sonhada estabilidade. Manter uma empresa prosperando demanda que todos os setores internos estejam em perfeita sintonia e que a conduta de seus funcionários se enquadrem às leis vigentes, para que executem seguramente suas funções pré-estabelecidas.

E para que isso tudo funcione, é necessário que simples exigências, como o controle de ponto, sejam realmente levadas a sério. Você sabia que esta é a principal causa dos processos trabalhistas? Hoje vamos falar um pouco mais sobre como evitar que isso ocorra e fazer com que todos os seus funcionários tenham suas entradas e saídas registradas da maneira correta. Leia o texto até o fim e confira!

O que é controle de ponto?

Controle de ponto, também chamado de controle de assiduidade, é um tipo de mecanismo que possibilita que a empresa tenha o registro sobre todos os horários de entrada e saída do funcionário da empresa. Isso significa que o funcionário deve marcar o horário em que começa a trabalhar, sua hora de almoço, sua hora de saída e qualquer pausa que fizer do trabalho.

É dessa forma que se faz o controle da jornada de trabalho de qualquer funcionário, facilitando o registro de informações para o empregador acerca do desconto por horas trabalhadas a menos ou ainda a respeito do pagamento de horas extras, por exemplo.

Existem diversos tipos de controle de ponto e diversas formas de realizar essa tarefa. É importante ressaltar que, independente desta escolha, todo registro deve ser obrigatoriamente realizado.

Por que o controle de ponto é tão importante?

Primeiramente, é importante entender que o controle de ponto é algo previsto em lei. O artigo 74 da Consolidação das Leis do Trabalho determina que qualquer estabelecimento comercial que possua mais de 10 funcionários deve necessariamente anotar todos os horários de entrada e saída dessas pessoas. Este registro pode ser feito de diversas maneiras. Há algum tempo atrás, o registro manual ou mesmo o mecânico eram os mais utilizados. No entanto, cada vez mais as empresas vêm adotando o registro eletrônico, que não só facilita as tarefas do setor de recursos humanos, como também agiliza todos esses processos para os funcionários.

Além disso, há alguns pontos sobre a importância do controle de ponto que precisamos ressaltar. É esse tipo de registro que garante que muitos direitos do trabalhador sejam assegurados, como a tolerância por atraso ou mesmo as horas extras que ele trabalhou dentro de um determinado mês. O mesmo vale para a empresa, que tem seus direitos de descontar horas atrasadas de seus funcionários ou mesmo faltas. É um sistema que organiza a jornada de trabalho e é benéfico para todos os lados. E exatamente por isso é tão importante.

Por que o controle de ponto é a principal razão de processos trabalhistas?

Um processo trabalhista normalmente ocorre quando um funcionário processa a empresa. Apesar de serem muito comuns, eles também servem de alerta, pois uma empresa pode estar cometendo um erro ou agindo fora da lei mesmo sem saber. Ainda que não seja a intenção, um grande prejuízo pode ser gerado. Portanto, é necessário sempre ficar atento às principais razões que levam a esse tipo de processo.

Quando uma empresa não registra corretamente a jornada de trabalho dos seus funcionários, ela não está agindo conforme a lei e, portanto, torna-se passível de ser processada e perder a causa. Existem muitos casos, por exemplo, em que o relógio de ponto da empresa sofre algum dano e esse registro fica mais difícil de ser realizado. Porém, mesmo em situações como estas, é necessário trocá-lo por um registro manual, por exemplo. Dessa maneira, a empresa ainda está agindo conforme a lei – que permite qualquer tipo de registro – e pode lançar mão de outras alternativas até que o relógio de ponto seja consertado.

Mas para evitar esse tipo de transtorno, é importante adquirir relógios de ponto de qualidade e que possuem a garantia de segurança e excelentes recursos. É dessa maneira que os produtos da RWTECH têm conquistado cada vez mais clientes desde o ano 2000, através de seu profissionalismo e de sua dedicação ao trabalho.

Além do não pagamento de horas extras e problemas com o relógio de ponto, outras causas comuns de processos trabalhistas são: pagamentos de valores adicionais por insalubridade, cobranças de verbas rescisórias e recolhimento do FGTS. Tratam-se de situações mais fáceis de serem evitadas, exatamente porque é possível exercer um controle maior sobre esse tipo de ação. Isso corrobora ainda mais com a ideia de que o controle de ponto é imprescindível para a empresa, e bem como para os funcionários.

Qual tipo de controle de ponto usar em sua empresa?

Como já dissemos anteriormente, existem diversos tipos de controle de ponto, sejam eles mecânicos, manuais ou digitais. Quando tratamos de relógios de ponto digitais especificamente, também falamos de possibilidades mais abrangentes, porque existem muitas formas de registrar um funcionário digitalmente.

Algumas das formas mais comuns são: através de um cartão magnético que identifica cada funcionário, através de senhas ou mesmo através da impressão digital do funcionário. Cabe à empresa decidir qual é a melhor forma para o seu ambiente de trabalho e como essa relação com o registro funciona em seu dia a dia. 

Conseguiu entender por que o controle de ponto é tão importante para uma empresa? É uma conduta obrigatória bastante simples, e de grande relevância para que o seu negócio esteja em dia com todas as obrigações de registros de horários de entrada e saída de seus funcionários. Com este controle, você certamente estará no caminho certo em direção ao sucesso e à estabilidade da sua empresa.

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CONHEÇA 5 MAIORES CAUSAS DE PROCESSO TRABALHISTA E COMO EVITAR

9 de dezembro de 2019

Apesar de a reforma trabalhista ter promovido a queda no número de processos trabalhistas, o montante de ações a serem julgadas ao final de dezembro chegava a 1,9 milhão. O Brasil está no topo no ranking de países com maior número de processos nesse sentido e a lentidão da justiça gera um grande acúmulo.

Isso faz com que as empresas precisem dar uma atenção especial à questão. Afinal, os processos podem ser prejudiciais para a imagem do negócio e comprometer a retenção de talentos. Neste artigo, mostraremos as principais causas de um processo trabalhista para que você possa atentar e evitá-lo!

Prejuízos das ações trabalhistas

O principal motivo para a ocorrência de processos movidos por trabalhadores contra as empresas é a falta de conhecimento dela sobre a legislação trabalhista. Algumas organizações, com o objetivo de cortar gastos e manter as suas atividades mais lucrativas, acabam por negligenciar as leis, o que pode levá-la a prejuízos futuros.

Devido ao alto custo empregatício do Brasil, aos inúmeros impostos e também ao desconhecimento por grande parte dos trabalhadores sobre a legislação que os protegem, existem organizações que burlam o sistema para não pagar todos os direitos. No entanto, isso tem consequências sérias, ainda mais quando é identificado pelos empregados.

Além da questão financeira (pagamento de multas), os prejuízos também abrangem questões de imagem da marca no mercado, como dissemos. O entrave judiciário também gera desgaste por parte da equipe, impedindo-a de ter foco em ações estratégicas. Portanto, a empresa precisa ter uma consciência ampla sobre os principais pontos que levam a processos trabalhistas, a fim de atenuá-los.

Principais causas de um processo trabalhista

Alguns tipos de processos trabalhistas são mais recorrentes. Logo, conhecer mais sobre eles — especialmente, como combatê-los — é o primeiro passo para garantir a redução das ações. Saiba mais a seguir!

1. Verba rescisória

A rescisão de um contrato de trabalho exige que o empregador pague ao empregado alguns valores relativos ao tempo de trabalho. Seja por demissão sem justa, seja por desligamento por justa causa, é fundamental que a empresa acerte os valores no prazo determinado na legislação. Isso pode acontecer do 1º dia útil do término do contrato até o 10º desde a notificação da demissão, quando não há aviso prévio.

Caso haja atraso, a empresa paga multa. No entanto, o que mais gera processos trabalhistas são os erros de cálculos, descontos indevidos e organizações que abrem falência. Portanto, é muito importante que haja um controle das rotinas dos colaboradores para evitar ações judiciais. Nesse caso, a inserção de tecnologia funciona como uma atitude protetiva.

2. Hora extra

Outro tipo de processo trabalhista comum está ligado à hora extra de trabalho. O empregador que não faz o registro de ponto, não paga as horas extras adequadamente ou deixa de atender às normas estabelecidas pela CLT pode enfrentar disputas judiciais movidas pelos empregados.

Portanto, para evitar esse problema, o melhor a fazer é contar com tecnologias eficazes que sejam capazes de registrar todos os horários da equipe, a fim de evitar dissonâncias na hora de calcular a hora extra. Além de trazer maior transparência, o ponto eletrônico é capaz de prover um espelho para que o próprio colaborador tenha acesso ao tempo de trabalho cumprido. Mais do que evitar surpresas no final do mês, um aparelho eletrônico pode garantir um maior controle das horas extras com eficácia.

3. Adicional de insalubridade

O trabalho insalubre é caracterizado por aquele em que a pessoa fica exposta a condições nocivas devido à sua atividade profissional. Isso pode ser causado pela natureza, intensidade ou mesmo pelo tempo em que a pessoa fica exposta a determinado tipo de trabalho. As funções que apresentam esse tipo de risco devem pagar um adicional de insalubridade que varia entre 10% e 40%, sendo o valor relativo aos graus mínimo e máximo, respectivamente.

As empresas precisam estar atentas à questão, pois o não pagamento pode levar a ações trabalhistas, gerando não só a necessidade de quitação integral pelo tempo trabalhado, mas também outras multas, onerando o orçamento.

4. Danos morais

O dano moral envolve um constrangimento ou uma situação humilhante imposta ao colaborador da empresa. Essa também é uma das principais causas de um processo trabalhista. A exposição em ranking público por não atingir uma meta inalcançável, ou mesmo a acusação, o insulto e a inferiorização dele, de maneira que isso afete negativamente a sua saúde física e psicológica, também são motivos para a indenização por danos morais.

O processo só pode acontecer quando houver provas testemunhais ou documentais, inclusive perícia médica. No entanto, para que isso não aconteça, é importante que a organização mantenha uma política de respeito a todos os seus profissionais, independentemente da hierarquia que ocupam. Isso a resguardará de possíveis processos trabalhistas. Portanto, o ideal é instruir toda a equipe, orientando especialmente os líderes para que eles sejam exemplos de boas práticas.

5. FGTS

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) está na legislação trabalhista como uma das obrigações das empresas. Elas precisam fazer o depósito em uma conta bancária de um valor correspondente a 8% do salário pago no mês anterior ao trabalhador, o que inclui gratificações, gorjetas e até comissões que incidem sobre o montante total.

É comum que ocorram casos em que a efetuação de um depósito mensal não seja feita, levando a processos trabalhistas e a outras penalidades definidas na legislação. Portanto, a empresa deve se preocupar em manter em dia o pagamento para não ter problemas, fazendo um controle próximo do que o colaborador recebeu.

Hoje, já existem tecnologias capazes de auxiliar a empresa em todas as questões trabalhistas. Além daquelas obrigatórias pelo próprio governo, como o eSocial, temos o ponto eletrônico, que ajuda a identificar a jornada de trabalho, bem como as horas extras feitas pelo colaborador, evitando cálculos errôneos e que levem a ações judiciais.

A questão do processo trabalhista é delicada tanto para a empresa quanto para os seus colaboradores. Portanto, o mais adequado é que o negócio siga as orientações da legislação a fim de evitar problemas e garantir os direitos ao colaborador devidamente.

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LEI DE FÉRIAS: CONHEÇA AS PRINCIPAIS REGRAS E FIQUE LIVRE DAS ILEGALIDADES

22 de novembro de 2019

Certamente, você já ouviu falar que houve diversas alterações na lei de férias. A Reforma Trabalhista (que foi aprovada pela Lei nº 13.467) promoveu diversas alterações. Antigamente, era possível oferecer ao colaborador férias de uma única vez — com exceção das regras de férias coletivas. Neste último caso, a empresa disponibilizava as férias em dois períodos.

Entretanto, para promover mais liberdade tanto para a empresa quanto para o colaborador, a nova lei de férias surge com o objetivo de deixar o descanso mais flexível. Assim, garante que o trabalhador possa tirar as suas férias trabalhistas em até três períodos ao longo do ano.

Vamos entender tudo sobre o assunto? Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas!

Confira um breve resumo sobre a lei de férias

A definição do período de férias do colaborador continua sendo da empresa, e ela não depende da concordância do trabalhador. No entanto, é sempre importante e indicado que haja um consentimento entre ambas as partes.

Dessa maneira, o colaborador tem a liberdade de falar diretamente com a empresa sobre a possibilidade de dividir o seu descanso em até três vezes no ano (lembrando de considerar também o período de férias coletivas, quando houver). Contudo, uma das parcelas precisa ter, no mínimo, quatorze dias.

Além disso, os outros dois períodos não podem ser inferiores a cinco dias em cada um. Resumindo:

  • o colaborador pode tirar quinze dias em um período, dez dias em outro e mais cinco em outro momento do ano.

Por isso, vale ressaltar que não é permitido que ele tire dez dias de férias trabalhistas em cada um dos períodos. É preciso observar e seguir as regras acima.

Além disso, é preciso que o colaborador complete doze meses de contrato assinado para ter o direito às férias — chamamos de período aquisitivo o primeiro ano de contratação.

Veja como funciona a lei de férias

Agora que você aprendeu os principais conceitos da nova lei de férias, vamos conferir mais detalhadamente como ela funciona na prática? Venha conosco!

Parcelamento

Como citamos, o parcelamento das férias trabalhistas é um dos pontos que mais tiveram mudanças na Reforma Trabalhista. Então, ele permite que as férias remuneradas sejam tiradas de forma parcelada, em até três vezes.

Além disso, vale ressaltar que, na lei antiga, os colaboradores menores de 18 anos ou maiores de 50 anos eram obrigados a tirar os trinta dias corridos de uma única vez. Agora, a nova lei de férias não determina isso: eles também têm a opção de escolher tirá-las em até três períodos.

Pagamento

O pagamento adicional das férias deve ser realizado pela empresa no período de até dois dias antes que o colaborador saia para o seu repouso. Também vale ressaltar que, se a empresa atrasar esse pagamento, ele deve ser feito em dobro.

Com relação aos valores, a empresa deve efetuar o pagamento adicional de um terço do salário referente às férias.

Venda e abono

O colaborador pode vender as suas férias. Nesse caso, acontece o que chamamos o “abono pecuniário”, que pode ser realizado com até um terço das férias.

Dessa maneira, o colaborador não pode vender para a empresa todo o período de descanso, mas no máximo dez dias. Essa solicitação deve ser feita de maneira formal em até quinze dias antes do vencimento do período aquisitivo.

Período de início

As férias não podem começar em até dois dias que antecedem a um feriado ou nos dias de descanso semanal (que normalmente acontecem aos sábados e aos domingos).

Entenda como funcionam as férias para contratos diferenciados

Além dos colaboradores regulares que trabalham o dia inteiro dentro da empresa, existem outras situações que merecem a sua atenção, tais como: estágio, regime parcial e trabalho intermitente.

Vamos conferir como funciona a lei de férias nessas situações? Continue a leitura!

Estágio

Se o estagiário trabalhou um ano na empresa, ele tem direito a trinta dias de férias. Caso ele não tenha completado um ano, os dias são concedidos de maneira proporcional ao período trabalhado.

Com relação à remuneração, isso vai depender do tipo de estágio. Se for o obrigatório pelo curso superior, a remuneração da empresa é facultativa. Caso não se trate do estágio obrigatório, a remuneração é indispensável.

Regime parcial

Quem trabalha por meio período, ou seja, no regime parcial de trabalho com até cinco horas diárias, também tem trinta dias de férias acrescidas de todos os direitos — mesmas regras de um trabalhador que tem a jornada de um turno integral.

Trabalho intermitente

O regime de trabalho intermitente, conhecido como “bico”, também é regularizado, mesmo que o contrato não seja contínuo. Assim, o colaborador pode trabalhar por horas, dias ou meses e receber férias proporcionais ao tempo trabalhado.

Por exemplo, se o colaborador tiver dois meses de trabalho, ele tem o direito a dois doze avos de férias proporcionais.

Entender sobre o que mudou na lei de férias é essencial para evitar complicações trabalhistas e ainda garantir os direitos dos trabalhadores. Por isso, é essencial ter um controle eficiente de cronograma de férias de todos os colaboradores, bem como de sua jornada de trabalho. Somente assim há a garantia de concessão devida e evitam-se problemas futuros.

Saiba evitar erros na hora de conceder férias aos colaboradores

Agora que você entendeu tudo sobre a lei de férias, que tal conferir algumas dicas para manter a rotina dos colaboradores de uma maneira bem organizada? Veja:

  • invista na tecnologia para evitar erros nos cálculos de férias;
  • tenha uma boa política de férias;
  • encontre períodos que sejam bons tanto para a empresa quanto para o colaborador;
  • tenha um bom sistema de controle de jornada de trabalho;
  • crie um bom cronograma de férias;
  • planeje as despesas de férias para pagar os colaboradores em dia;
  • invista em um bom sistema de controle de ponto.

Neste post, você aprendeu algumas informações importantes sobre a lei de férias, tanto para colaboradores regulares quanto para contratos diferenciados, além de conferir dicas de como evitar erros no momento de organizar o período de descanso dos profissionais.

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GUIA RÁPIDO SOBRE A LEI E O CONTROLE DE PONTO PARA CAMINHONEIRO

20 de novembro de 2019

Ter um bom controle de ponto é essencial para todas as empresas que buscam praticidade, otimização do tempo e segurança nos processos. Mas como funciona para os colaboradores que têm uma jornada diferenciada? Por exemplo: você sabe como funciona o controle de ponto para caminhoneiro?

Questionamos isso porque cumprir a legislação é fundamental para evitar processos trabalhistas e complicações futuras. Além disso, é necessário investir em um controle adequado da jornada flexível do caminhoneiro. Afinal, ele tem horários muito diferenciados.

Vamos conferir tudo sobre a legislação sobre o controle de ponto para caminhoneiro? Venha conosco!

Entenda mais sobre a Lei nº 13.103/2015

Lei nº 13.103/2015 é a que controla toda a jornada de trabalho dos motoristas. Ela explica de forma detalhada tudo o que pode e o que não pode fazer quando o assunto é controle de ponto para caminhoneiro.

Então, saiba que controlar a jornada de trabalho do seu colaborador, bem como o tempo de direção, é uma obrigatoriedade da empresa. Afinal, a lei surge exatamente para controlar a carga horária do colaborador, garantindo a sua segurança e a sua integridade.

Além disso, é preciso ressaltar que muitas empresas contratavam trabalhadores externos (sem o controle de horário) e não pagavam horas extras, tampouco avaliavam os intervalos de descanso. Portanto, a legislação é uma maneira de evitar acidentes e inibir o uso de estimulantes prejudiciais à saúde.

Veja quais são as principais regras sobre o controle de ponto para caminhoneiro

A Lei do Caminhoneiro ou Lei do Motorista é destinada a todos os motoristas de transporte rodoviário, tanto de passageiros quanto de cargas. De acordo com a legislação, o colaborador tem uma jornada diária de oito horas e quarenta e quatro horas semanais.

Continue a leitura e aprenda mais sobre a legislação!

Tempo de espera

O tempo de espera é correspondente às horas em que o motorista aguarda a carga e descarga do veículo e também o período gasto com a fiscalização dessas mercadorias quanto há barreiras fiscais.

As horas relativas ao tempo de espera são indenizadas com trinta por cento do salário-hora do profissional (elas não são consideradas extras). Essas horas não refletem sobre o descanso semanal remunerado, 13º, férias e outros; também não incidem contribuições para seguridade social e imposto de renda.

Intervalo mínimo

O motorista tem direito ao intervalo mínimo de uma hora diária para realizar a sua refeição. Esse período pode coincidir com o tempo de parada obrigatória.

Intervalos interjornada

O intervalo interjornada é o repouso diário de onze horas a cada vinte e quatro horas trabalhadas. Desse período, pelo menos oito horas devem ser ininterruptas (já o restante pode ser fracionado caso o motorista preferir).

Quando as viagens têm duração de mais de sete dias, o motorista pode descansar por até vinte e quatro horas em hotéis, alojamentos, postos, rodoviárias e outros.

Repouso em viagens longas

Quando as viagens duram acima de sete dias, o descanso deve ser de vinte e quatro horas naquela semana (ou fração trabalhada). Além disso, não pode haver prejuízo do intervalo de repouso diário de onze horas — portanto, totaliza em trinta e cinco horas.

Nesses casos, é muito comum que a empresa disponibilize dois motoristas para conduzir o caminhão no trajeto. Dessa maneira, eles podem se revezar durante a viagem para torná-la menos cansativa.

Sendo assim, os caminhoneiros devem cumprir a jornada de setenta e duas horas (incluindo as pausas para o almoço) e ter pelo menos seis horas ininterruptas de descanso fora do caminhão.

Fracionamento do repouso semanal

Se for acordado entre ambas as partes, é permitido que o repouso semanal seja realizado em até dois períodos. Assim, o primeiro deve conter trinta horas ininterruptas que devem ser realizadas na mesma semana.

Quando houver a cumulatividade de descanso em viagens de longa distância, é possível realizar até três descansos consecutivos.

Jornadas especiais

Com relação às horas extras, o caminhoneiro pode realizar até duas horas diárias a mais, sendo que é necessário ter o acréscimo de no mínimo 50% sobre a sua hora normal.

As horas noturnas são aquelas que acontecem entre as 22 horas e as 5 horas. Nesse caso, deve acontecer o acréscimo de pelo menos 20% sobre a hora diurna.

Férias

As férias dos caminhoneiros podem ser realizadas em até três vezes, sendo que os períodos não devem ser inferiores a quatorze dias seguidos. Além disso, nenhum ciclo pode ser inferior a cinco dias consecutivos.

Saiba qual é a importância de investir em alternativas legais para o controle da jornada

Agora que você aprendeu tudo sobre a legislação, é preciso ressaltar que o controle de jornada é de responsabilidade da empresa. No entanto, o controle e a gestão do tempo são responsabilidades tanto do empregador quanto do empregado.

Dessa maneira, é fundamental investir em alternativas legais para controlar a jornada. Uma excelente alternativa é investir no ponto mobile, investindo na tecnologia como uma ótima aliada para assegurar o cumprimento dessas horas.

O ponto mobile não se limita ao horário comercial normal das empresas. Ele permite a marcação de ponto via web por meio de um aplicativo que é instalado no celular do profissional (também pode ser realizado via computador). Sendo assim, as informações ficam registradas de uma maneira segura e eficaz.

Ele é uma alternativa muito segura, afinal, utiliza a geolocalização, a biométrica e o reconhecimento de IP. Assim, promove a economia de tempo, a segurança das informações e ainda torna o setor de Recursos Humanos da sua empresa muito mais estratégico.

Entender tudo sobre a lei e o controle de ponto para caminhoneiro é ter a certeza de que a sua empresa vai cumprir com a legislação e evitar processos e complicações trabalhistas. Por isso, uma ótima alternativa é investir no ponto mobile, serviço que promove mais segurança tanto para a empresa quanto para o colaborador.

Neste post, você aprendeu tudo sobre a lei e o controle de ponto para caminhoneiro. Gostou do nosso texto? Então, aproveite para conhecer mais sobre o ponto mobile e avaliar essa alternativa inteligente para a sua empresa!

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ENTENDA QUAIS OS IMPACTOS DA REFORMA TRABALHISTA NO E-SOCIAL

9 de novembro de 2019
impactos da reforma da previdencia no esocial

A reforma trabalhista foi aprovada em 2018 com ressalvas pelo então presidente Michel Temer. Diversas mudanças no mercado de trabalho passaram a vigorar, como uma novalegislação para a terceirização do trabalho. Um dos maiores impactos, porém, foi no e-Social.

Neste artigo, explicaremos do que trata o e-Social e as principais mudanças causadas por ele. Ao final, você aprenderá como se adequar a esse sistema, que, daqui a pouco tempo, será obrigatório para empresas de todos os segmentos e portes!

O que é e-Social?

Oe-Social é um sistema criado pelo governo federal que tem por objetivo simplificar a administração de informações relativas aos colaboradores de uma empresa.

Resumidamente, a ideia é reduzir os custos e o tempo que a contabilidade demora na execução de cerca de 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, nas quais estão inclusas as contribuições do colaborador, folha de pagamento, comunicação por acidente de trabalho, aviso prévio, FGTS, entre outros.

Todos os dados farão parte de um banco unificado. Na realidade, eles já são coletados pelas empresas, mas agora, obrigatoriamente, precisarão ser repassados ao governo federal. O programa foi dividido em cinco fases de implementação:

  • 1ª fase: cadastro da empresa e tabelas;
  • 2ª fase: cadastro dos colaboradores e eventos não periódicos;
  • 3ª fase: eventos de folha que são periódicos;
  •  4ª fase: substituição da Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP) para contribuições previdenciárias;
  • 5ª fase: eventos SST.

Vale lembrar que o calendário varia dependendo do porte da empresa. Para muitas organizações, janeiro de 2019 é o prazo final de adequação, mas, para negócios de pequeno porte e empreendedores individuais, além de órgãos estaduais e organizações internacionais, a implementação vai até janeiro de 2021.

Quais os principais impactos da reforma trabalhista no e-Social?

A reforma trabalhista alterou mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Com a sanção presidencial, o relacionamento entre as empresas e seus colaboradores foi modificado de maneira ampla. Portanto, é fundamental conhecer a realidade de mercado e os seus impactos.

Multa por não registrar todos os profissionais

Uma das regras do e-Social é que todos colaboradores precisam ser registrados corretamente no e-Social. Portanto, caso a empresa não faça esse acompanhamento, poderá receber multas que variam de acordo com os dados faltantes.

O valor dessa autuação pode ultrapassar os R$ 3 mil por colaborador em grandes empresas; já para os micro e pequenos empreendedores, o montante fica em R$ 800. Se as informações não forem repassados ou forem faltantes, a multa é de R$ 600.

Férias fracionadas

Uma demanda do mercado era por férias fracionadas. Agora, com o e-Social e as novas regras trabalhistas, o descanso poderá ser usufruído em até 3 períodos. Vale lembrar que um deles não pode ser inferior a 14 dias corridos, já para os outros, o mínimo são 5 dias para cada.

Inclusive, a regra vale tanto para colaboradores menores de 18 anos e maiores de 50. É importante lembrar que as férias não podem começar 2 dias antes de um feriado ou do repouso semanal remunerado. Tal ação é vedada, sendo que todos os períodos devem ser computados separadamente, a própria mudança do layout da plataforma já permite tal inserção.

Possibilidade de novas ações

Com a reforma trabalhista, houve mudanças também na maneira como o empregador pode inserir as atividades de um colaborador na plataforma. Agora, é possível colocar atividades distintas, por exemplo, fazer a admissão do profissional para uma jornada intermitente ou realizar a contratação por projeto, sem que seja necessário assinar a carteira de trabalho. O objetivo é garantir maior transparência às obrigações.

Admissão para trabalho home office

A nova lei trabalhista também regulamentou o trabalho home office. Oficialmente, isso não existia até então para a legislação, mas, com o decreto, tal admissão passou a estar disponível também no e-Social. Não só o home office, mas todos os modelos de trabalho intermitentes estarão institucionalizados na plataforma.

Assim, a empresa terá mais facilidade em prestar contas nosistema, centralizando o envio de dados da previdência e trabalhistas para os diversos órgãos que constituem o e-Social. Isso permitirá um maior controle dos órgãos públicos, além de trazer maior fiscalização ao trabalho.

Regras distintas para o trabalhador doméstico

As pessoas que contratam trabalhadores domésticos também precisam se atualizar quanto ao e-Social. A plataforma propõe determinações distintas de acordo com as propostas da reforma, como: prazo diferenciado na quitação de verba rescisória, demissão em comum acordo, multa para quem não assinar a carteira e outras questões.

Como uma empresa pode se adequar?

Como vimos, são várias as mudanças provocadas pela reforma trabalhista no e-Social, o que faz com que alguns empreendimentos tenham dificuldades quanto à adequação. Por isso, separamos algumas dicas para ajudá-lo nesse momento!

Envie dados no tempo certo

Não deixe tudo para o último momento. O e-Social exige uma organização das empresas em relação aos prazos. Por exemplo, existe um tempo para realizar contratação e demissão, entregar documentos, entre outros. A perda desse prazo pode resultar em uma multa.

Portanto, tenha um bom sistema para enviar as informações corretas, bem como um calendário para que os colaboradores do RH não percam as datas.

Planeje a folha de pagamento

Outro cuidado é com relação à folha de pagamento. Antes, ashoras extras, por exemplo, bem como outras informações que vão na folha de pagamento, poderiam ser lançadas de um mês para outro. No entanto, agora, o e-Social exige que tais tarefas sejam realizadas assim que surgirem, o que pode ocorrer diariamente. Isso ajudará no alinhamento do trabalho junto da contabilidade e evitará problemas na plataforma.

Treine a equipe

É uma questão cultural implementar uma mudança tão profunda. Por isso, a empresa deve estar ciente de que precisará treinar os colaboradores do RH a fim de que eles absorvam as boas práticas do e-Social no seu trabalho cotidiano. Só assim os profissionais poderão executar as suas tarefas em tempo hábil e corretamente.

Como você deve ter percebido, a reforma trabalhista transformou profundamente a relação entre empresa e colaborador. São muitos os detalhes a serem levados em consideração, mas, a partir do momento em que o negócio se compromete com a implementação correta do e-Social, colherá uma série de benefícios, como estar em dia com as obrigações trabalhistas.

Se você quiser saber mais sobre essa e outras tecnologias ligadas ao controle corporativo, não deixe de assinar a nossa newsletter!

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HORAS EXTRAS NO SÁBADO: ENTENDA QUAIS SÃO AS REGRAS E COMO CALCULAR

9 de novembro de 2019
horas extras sabado

O expediente de um trabalhador, normalmente, é de 8 horas diárias e 44 horas semanais. No entanto, quando ele excede essa carga horária é considerado como hora extra. Mas, e o sábado? Como funciona? Muitas pessoas têm diversas dúvidas, principalmente no que diz respeito ao universo da hora extra no sábado.

Em primeiro lugar, saiba que a hora extra acontece somente quando o colaborador ultrapassa a carga horária prevista na sua carteira de trabalho. Confuso? Não se preocupe! Com este post, você aprenderá tudo sobre o assunto. Vamos lá?

Entenda como funciona a hora extra no sábado

Muitas pessoas pensam que o simples fato de trabalhar no sábado já deve ser categorizado como hora extra. No entanto, esse dia da semana pode ser considerado um dia útil para muitas empresas — normalmente, bancos, escolas e outras instituições públicas costumam não trabalhar neste dia.

Por exemplo, imagine que um colaborador trabalhe 8 horas de segunda a sexta, totalizando 40 horas (8 x 5 = 40), certo? Ou seja, ainda restam 4 horas a serem cumpridas. Por isso, normalmente, as organizações optam por trabalhar no sábado. Somente assim, o colaborador trabalha as 44 horas previstas no regime da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Nesse caso, se o colaborador trabalhasse das 8 ao meio-dia, ele não estaria fazendo hora extra. Ele estaria apenas cumprindo a sua carga horária normal de trabalho. Portanto, a hora extra é caracterizada quando o colaborador excede a sua carga horária (ou seja, trabalha mais do que 44 horas semanais).

De acordo com o artigo 59 da CLT, o colaborador pode trabalhar até 2 horas extras por dia, desde que tenha acordado isso com a empresa de uma forma individual ou no formato de uma convenção coletiva.

De acordo com a legislação, as empresas precisam pagar um salário mínimo (ou o piso da categoria) e as horas extras quando o colaborador trabalha mais do que 40 ou 44 horas na semana.

Ah! Vale ressaltar que a lei não exige nenhum tipo de bonificação para quem trabalha nos finais de semana.

Saiba como calcular a hora extra no sábado

Para saber como calcular a hora extra no sábado, em primeiro lugar, é necessário conferir o valor do salário-hora do colaborador. Para isso, divide-se o valor do salário mensal pelo total de horas trabalhadas no mês.

Por exemplo: imagine que um colaborador receba R$ 1.498,20 e trabalhe 220 horas no mês. O valor da sua hora é de R$ 6,81 (1.498,20 / 220 = 6,81). O percentual de hora extra é de 50%, então, é preciso pagar o valor da hora mais 50%.

Nesse caso, seria R$ 10,21 (6,81 + 50% = 10,21). Dessa maneira, o valor da hora extra desse colaborador seria de R$ 10,21. Assim, se ele fez 4 horas a mais naquele mês, ele ganha R$ 40,84 como hora extra na sua folha de pagamento (4 x 10,21 = 40,84).

Vale ressaltar que citamos o exemplo de 50% sobre o valor da hora extra porque esse é mais comum. No entanto, o valor da hora extra pode chegar até 200%. Por isso, é preciso conferir a porcentagem com o sindicato da categoria da empresa.

Entenda algumas regras adicionais

Além de saber como calcular a hora extra no sábado, é preciso ter atenção com as regras adicionais. Continue a leitura e veja algumas dúvidas respondidas sobre o assunto!

Como funciona quando cai um feriado no sábado que o colaborador fará a hora extra?

Quando o colaborador faz hora extra no sábado e esse dia cai em um feriado, o valor da hora extra deve ser 100%. Isso acontece devido à Lei do Repouso Remunerado, que afirma que ao trabalhar no feriado, o colaborador precisa receber a remuneração em dobro ou trocar por um dia de folga.

Como funciona o adicional noturno para hora extra?

Se o colaborador faz a hora extra nos períodos das 22 horas às 5 horas, a empresa deve pagar um valor diferenciado pois esse período é categorizado como adicional noturno.

Para fazer o cálculo não é difícil: é necessário acrescentar 20% do valor total do salário-hora pela hora noturna e somente depois disso calcular os 50% da hora extra.

Ainda seguindo o exemplo do item anterior, imagine que o colaborador ganhe R$ 6,81 por hora. Assim, o valor da sua hora extra com o adicional noturno seria de R$ 12,25 porque: 6,81 + 20% = 8,17 + 50% = 12,25. Fácil, não é mesmo?

Veja como um sistema de gestão de RH ajuda a otimizar o controle e o cálculo de hora extra

Imagine que a sua empresa tenha 50 colaboradores e que, em um determinado mês, foi necessário trabalhar nos finais de semana e em horários que categorizam como adicional noturno. Certamente, fazer esses cálculos de forma manual ou utilizando sistemas de planilhas manuais (como o Excel) seria muito trabalhoso, você concorda?

Por isso, saiba que a melhor opção é otimizar o sistema de cálculo e também controle de horas trabalhistas. Isso porque o software calcula automaticamente o salário e as horas dos funcionários. Assim, você evita erros de digitação, atenção e ainda tem a certeza de que está cumprindo a legislação vigente.

Além disso, o sistema registra todos os pagamentos com hora extra, evitando problemas e processos trabalhistas. Afinal, nada pior do que receber uma intimação e pagar multa devido a um problema com o pagamento de determinado colaborador, não é mesmo?

A hora extra acontece quando o colaborador excede 8 horas diárias ou 44 horas semanais de trabalho. Por isso, muitas empresas têm diversas dúvidas sobre como funciona a hora extra no sábado. Por isso, neste post, apresentamos quais são as regras e como fazer o cálculo sem erros.

Você gostou do nosso material? Agora que você aprendeu como calcular a hora extra no sábado, que tal aprofundar os seus conhecimentos nesse mesmo assunto e conferir como o ponto digital pode ajudar a empresa a economizar? Boa leitura e até o próximo post!

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Controle de Ponto, Departamento Pessoal

CONTROLE DE PONTO PARA PLANTONISTAS: COMO FUNCIONA E COMO FAZER?

30 de outubro de 2019

O Controle de ponto para plantonistas de acordo com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e a Constituição Federal, existem regras que determinam os tipos de jornada de trabalho. Assim, ter um bom controle de ponto para plantão é essencial para ter a certeza de que a carga horária exercida pelo profissional não seja excedida. Dessa forma, ter um bom relógio de ponto eletrônico é uma ótima alternativa.

Afinal, colaboradores que trabalham como plantonistas têm uma carga horária diferenciada. Por isso, ter a certeza de que eles estão cumprindo a sua jornada de trabalho corretamente é fundamental tanto para garantir a qualidade do que fazem quanto para evitar processos trabalhistas.

Se você também tem dúvidas sobre o controle de ponto para plantão, não se preocupe! Leia o nosso post completo e entenda mais sobre o assunto!

Saiba quais são os plantões mais utilizados

Existem diversos tipos de plantões que são utilizados por todas as empresas. Continue a leitura e veja quais são as principais!

Escala 5×1

A escala 5×1 é quando o plantonista trabalha por 5 dias consecutivos e folga um, tendo direito a um domingo de folga mensal. Sendo assim, como a Constituição Federal impõe que o trabalhador não pode ultrapassar 8 horas diárias e 44 horas semanais, os colaboradores que mantêm a escala 5×1 têm uma jornada de 7 horas e 20 minutos diários.

Escala 5×2

Quando o plantonista trabalha na escala 5×2 significa que a cada 5 dias trabalhados, ele tem direito a dois dias de folga (consecutivos ou não). Portanto, ele tem uma jornada de 44 horas semanais divididas em 5 dias da semana — ou seja, 8 horas e 48 minutos por dia.

Escala 4×2

Na escala 4×2, o plantonista trabalha por 4 dias consecutivos com 2 dias de folga em turnos de 11 horas. Dessa maneira, considerando um mês com 30 dias, significa que o plantonista exerce a sua função durante 20 dias e folga 10. Portanto, ele trabalhou por 220 horas no mês, sendo remunerado com 30 horas extras.

Escala 6×1

O plantonista que trabalha na escala 6×1 exerce a sua função por 6 dias e tem uma folga. Se ele trabalhar no final de semana, a empresa ainda precisa conceder um domingo de folga a cada 7 semanas (no máximo).

Também vale ressaltar que as jornadas de trabalho nos domingos e feriados (que não são compensadas) precisam ser pagas em dobro.

Escala 12×36

jornada de trabalho 12×36 é quando o plantonista trabalha por 12 horas e tem 36 de descanso. Ele tem uma hora de intervalo para refeição e não tem direito a hora extra durante essa carga horária.

Escala 18×36

Na escala 18×36, o plantonista trabalha 18 horas e folga por 36. Por exemplo: ele entra em uma quarta-feira das 8 às 20 horas e o seu próximo dia de trabalho é somente na sexta-feira, nesse mesmo horário.

Escala 24×48

O plantonista que trabalha na escala de 24×48 tem direito a 48 horas de descanso por trabalhar por 24 horas. Essa carga horária é muito comum para plantonistas médicos, vigilantes, motoristas e policiais.

Por exemplo, o colaborador trabalha das 8 horas até às 8 horas do dia seguinte (de terça para quarta-feira). Assim, ele só retorna ao seu trabalho às 8 horas da sexta-feira.

Entenda como funcionam os feriados nas escalas de trabalho acima

Se acontecer de cair um feriado em um dia de escala, o funcionário não tem direito de faltar ao trabalho. No entanto, ele recebe os benefícios de hora extra ou compensação de horas (havendo outro dia de folga na mesma semana). Portanto, varia de acordo com o contrato de trabalho.

Veja qual é a importância de contar com a tecnologia para o controle de ponto para plantão

Sabemos que todas as empresas que têm mais de 10 colaboradores precisam ter um controle de ponto, certo? Afinal, é preciso comprovar a carga horária do plantonista por diversos motivos:

  • manter a jornada de trabalho organizada;
  • conferir se ele está cumprindo a sua carga horária;
  • evitar complicações legais e processos trabalhistas;
  • servir como prova quando necessário;
  • controlar as horas extras, adicional noturno, férias e muito mais.

Dessa maneira, é essencial contar com a ajuda das novas tecnologias e saber como escolher o controle de ponto ideal para a sua empresa. Isso porque, além de garantir a gestão adequada, você ainda otimiza o tempo dos profissionais de Recursos Humanos — que não precisam quebrar a cabeça fazendo diversos cálculos.

Um bom exemplo é o Ezpoint Mobile: um aplicativo para o registro de funcionários externos. Além das principais funcionalidades que um controle de ponto oferece, como calcular o número de horas trabalhadas, horas extras, banco de horas, faltas e atrasos, ele permite que o plantonista registre o seu horário mesmo não estando dentro da empresa naquele momento.

O interessante é que o Ezpoint Mobile mostra a hora e a localização que o colaborador estava no exato momento em que registrou o ponto (por meio da tecnologia de geolocalização). Além disso, mesmo que o colaborador não tenha acesso à internet no momento, não tem problema. Afinal, o aplicativo funciona também no modo off-line.

O aplicativo é ideal para plantonistas externos (tais como motoristas, vendedores, operários, empregadas domésticas). Outra grande vantagem é que ele permite emitir relatórios inteligentes para análise estratégica. Dessa maneira, permite que você tenha uma visão ampla sobre a carga horária de todos os seus colaboradores.

Além disso, você pode experimentar gratuitamente o aplicativo antes de fechar um contrato com a empresa. Dessa maneira, você tem a certeza de que é a melhor alternativa para realizar o controle de ponto para plantão na sua empresa. Você também pode começar com um plano mais simples e depois adquirir uma versão mais completa, com mais funcionalidades.

Investir em um ótimo controle de ponto para plantão é essencial para a sua empresa ter um bom registro e controlar a carga horária do seu colaborador. Isso porque o plantonista trabalha com um horário diferenciado, portanto, ter um controle da sua jornada é fundamental para evitar problemas futuros, tais como processos trabalhistas, e garantir a qualidade do seu trabalho.

Neste post, você conferiu como funciona o controle de ponto para plantão. Você se interessou pelo assunto? Ficou curioso para conhecer mais sobre as melhores alternativas de ponto para a sua empresa? Então, precisa conhecer agora mesmo o Ezpoint Mobile! Acesse o nosso site agora mesmo e aprenda mais sobre essa solução incrível para a sua empresa!

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Controle de Ponto

AFINAL, O QUE AVALIAR AO ESCOLHER RELÓGIO DE PONTO PARA A EMPRESA?

26 de outubro de 2019

A transparência no contrato de trabalho é fundamental para resguardar tanto os direitos de uma empresa quanto os de seus colaboradores. Para garantir que todas as regras se cumpram, é preciso levar em consideração uma série de fatores, como o controle dajornada de trabalho.

Isso faz com que o momento de escolher relógio de ponto seja crucial para manter uma boa política de pagamento, que seja justa para ambas as partes. A fim de ajudá-lo nesse processo, preparamos este conteúdo sobre a importância de tal controle e quais fatores devem ser levados em consideração no momento da escolha do fornecedor!

A importância do controle de entrada e saída

Vale a pena destacar a importância que tem o relógio de ponto. Toda organização com mais de 10 colaboradores precisa fazer o controle da entrada e saída deles. Ou seja, ela deve ter, de maneira acessível, o horário de permanência de cada uma dessas pessoas.

Talregra está descrita naCLT (art. 74, parágrafo 2), podendo a empresa ser multada caso o ponto não esteja sendo controlado, seja de maneira manual, mecânica ou eletrônica. No entanto, a importância de contar com esse relógio vai além da legislação.

De modo geral, a organização paga ao trabalhador por um determinado número de horas em que deverão ser feitas atividades do interesse dela. Portanto, é natural que essa troca seja controlada de maneira rigorosa.

Além de evitar discussões sobrehoras extras e problemas judiciais, isso serve de insumo para que possa ser avaliado se o trabalhador tem cumprido com as suas obrigações.

Os tipos de relógio para controle ponto

Basicamente, existem três tipos de relógio paracontrole de ponto: manual, mecânico e eletrônico. Conheça as especificidades deles a seguir!

Manual

O relógio de ponto manual pode ser um livro ou uma simples folha na qual o trabalhador registra a sua entrada e saída. Apesar de ser uma metodologia relativamente barata, é passível de erros, justamente por existir a possibilidade de anotação do horário incorreto. Além disso, fazer a compilação dos dados de todos os colaboradores pode ser bastante trabalhoso e contraproducente para a equipe.

Mecânico

Por sua vez, no relógio mecânico, o colaborador precisa inserir seu cartão no relógio. A fazer isso, será impresso nele o horário da marcação, que pode ser tanto da entrada quanto da saída.

Em comparação ao manual, essa opção é mais prática, mas, para o controle da gestão, é preciso fazer a checagem dos dados de horas trabalhadas, extras e outros, tudo de maneira manual, o que pode atrasar o trabalho nessa etapa.

Eletrônico

De todas as opções o controle de ponto, a eletrônica é a mais eficaz. Além de ser praticamente à prova de falhas, ela funciona por meio de biometria, o que evita fraudes, como um colaborador bater o ponto por outro.

Inclusive, a empresa poderá realizar o registro remotamente, ou seja, se tiver colaboradores alocados fora do ambiente corporativo, basta ter acesso à internet e a um leitor portátil. O controle do tempo trabalhado é feito todo de maneira automática, otimizando o cálculo das horas e facilitando a administração por parte do negócio.

Os fatores a serem considerados ao escolher relógio de ponto

Antes de escolher relógio de ponto, é necessário observar se o fornecedor atende a alguns requisitos básicos. Confira quais são eles a seguir!

Confiabilidade

O relógio de ponto é um equipamento estratégico dentro de qualquer organização. Portanto, a primeira coisa a se observar é justamente a sua confiabilidade. Isso significa que o fornecedor deve oferecer ferramentas que indiquem precisamente as horas trabalhadas pela equipe; do contrário, isso gerará retrabalho para o time de gestão.

Portanto, é necessário que o relógio seja seguro e preciso e permita a leitura de dados de forma objetiva, a fim de atender ao princípio da confiabilidade.

Praticidade

Outro fator a ser destacado é a praticidade. O equipamento precisa ter uma utilização intuitiva. Se, ao escolher relógio de ponto, você verificar que alguma coisa ao usá-lo é complexa ou pode gerar dúvidas, é melhor rever se essa é a melhor opção.

Toda ferramenta que será utilizada pelo colaborador e serve para a leitura de dados deve ter um manuseamento simples, a fim de evitar confusão por qualquer uma das partes ou dificultar um processo.

Suporte

Considerando que atecnologia é passível de falha, outro ponto a ser destacado é o suporte oferecido pelo fornecedor. O dia a dia de um negócio já é repleto de tarefas, e ter que parar as atividades para consertar um relógio de ponto é contraproducente para a equipe e pode ocasionar problemas futuros para o cálculo de horas.

Portanto, cheque se o fornecedor oferece uma boa assistência técnica, o tempo que eles demoram para atender a chamados e o conhecimento repassado à equipe que manuseará oponto internamente, caso algum problema aconteça.

Backup

A questão do backup também precisa ser considerada. A eficácia de um fornecedor desse tipo de produto deve ser medida também pela segurança na proteção de dados e, especialmente, na capacidade de armazenamento para posteriores consultas.

Portanto, observe se não há riscos de perda de informações nessa tecnologia. Considere a opinião de outros utilizadores do produto do fornecedor, a experiência obtida na hora da leitura de informações, entre outras questões.

Preço

Apesar de não ser o fator mais importante, o preço também precisa ser levado em conta. A empresa deve saber exatamente qual valor está pagando pelo equipamento e se a assistência está inclusa.

Isso é importante, pois o preço do relógio de ponto precisa ser compatível com o orçamento organizacional. Pese os prós e contras de cada fornecedor, a fim de encontrar uma alternativa com preço justo e que, ao mesmo tempo, traga benefícios para o negócio.

Escolher relógio de ponto não deve ser um caminho complexo. Ao checar os cinco pontos apresentados, a empresa já consegue cobrir bem as questões relativas a uma opção de qualidade.

Se você deseja um produto diferenciado no mercado e que atenda às suas necessidades, o convidamos aentrar em contato conosco e conhecer as nossas soluções!

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